Quem vê um navio baleeiro japonês perseguir uma baleia durante horas até cansá-la e finalmente atirar-lhe um arpão com explosivos na ponta, sente-se impotente diante de tremenda crueldade e ao mesmo tempo com uma vontade enorme de nesse momento transformar-se num super herói e atacar sem medo o navio japonês. Para as pessoas de bom coração e os defensores dos animais isso é apenas um sonho. Mas o mesmo não acontece para o pessoal do Sea Shepherd, o mais radical e audacioso dos defensores dos animais. Eles realmente realizam o sonho de milhares de defensores dos animais de todo o mundo. Partem para cima dos navios japoneses com seus próprios navios, mesmo que isto lhes custe processos na justiça e a perda de milhares de dólares. São uma espécie de piratas do bem, vistos pela indústria baleeira como o terror dos mares. São admirados em todo o mundo e certamente odiados pela indústria. Mas enfim, são destemidos e audaciosos. São os heróis de um tempo que ainda não chegou; o tempo em que toda a humanidade estará a favor dos animais.
ilegais afundados e dezenas de barcos pesqueiros ilegais predatórios abalroados. Com esse histórico fica claro que o Capitão Paul Watson é o inimigo número um da indústria de caça à baleia. Por outro lado, é o grande herói dos ambientalistas e defensores dos animais. Não é por acaso que inúmeras vezes foi eleito como o maior ambientalista de todos os tempos por vários meios de comunicação entre os mais conceituados do mundo, chegando ao seu auge em 2000, quando entrou para a lista dos 100 maiores heróis da história.
Década de 90: Promove campanha de proteção as baleias cinza nos EUA. Em 1991 atual como Guarda Costeira das Ilhas Galápagos e Trinidad e Tobago. De
Atualmente: Com escritórios nos Estados Unidos, Austrália, Canadá, Inglaterra, Holanda, França, África do Sul e Brasil o Sea Shepherd conquistou não só adeptos entre os amigos e defensores dos animais, mas também empresas, ONGs, órgãos governamentais promovendo com sucesso inúmeras atividades como arrastões de limpeza de praia, i
mplantação de lixeiras, atividades de educação ambiental, monitoramento e fiscalização do litoral e várias outras atividades sem esquecer sua principal tarefa, impedir a caça à baleia mesmo que para isto sejam necessários meios drásticos e perigosos como o abalroamento dos navios japoneses. Mas são justamente estas atividades perigosas que mais chamam a atenção mundial para a defesa das baleias e consegue atrair a atenção de milhares de defensores já cansados de verem as conferências e outros meios pacíficos fracassarem diante do poderio japonês. Leonardo Bezerra


























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