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MINI PORCOS, A NOVA MODA ENTRE OS FAMOSOS

07/10/09

Mini porcos é a nova moda entre os famosos e outros tantos na Inglaterra. Para essa turma que pelo visto não tem nada para fazer na vida, nem os porcos escapam. O pior é que moda passa tão rapidamente como chega. Assim, para os porcos que tem uma vida média de 18 anos, vai ser difícil permanecer em evidência por tanto tempo. Para piorar a situação, por aqui tem até uma fazenda desses animais onde são vendidos, inclusive com anúncios para o dia das crianças, como se animais fossem brinquedos.

Passada a moda, o mínimo que vai acontecer com os porquinhos é ir parar em alguma chácara de fim de semana. O pior é que esses animais agora criados dentro de casa como animais domésticos, provavelmente não suportarão o novo meio, mesmo porque são extremamente limpos e apegados aos seus donos como qualquer animal doméstico.
Tudo aconteceu quando uma fazenda no condado de Devon na Grã-Bretanha conseguiu depois de vários anos de cruzamentos entre as raças, o desenvolvimento de porcos miniatura ou miniporcos. Segundo o Daily Mail, onde saiu a notícia, os miniporcos são do tamanho de uma xícara de chá quando bebês podem viver até 18 anos e claro, mesmo adultos, são muito menores que os porcos comuns. Depois de totalmente crescidos, por volta de dois anos, pesam entre 18 e 30 quilos e medem de 30 a 40 centímetros, enquanto que o porco comum pode chegar a pesar até 500 quilos.
Outras facilidades que apresenta o miniporco é que não requer caminhada como os cães e sua manutenção é bastante simples. Além de calmos, surpreendem também por sua limpeza, ao contrário de seus irmãos maiores. O preço varia a partir dos R$ 550. Aqui no Brasil podem ser encontrados no mínimo por R$ 1000.

Não bastassem essas facilidades, o que veio impulsionar e praticamente transformar em moda o porquinho foi o fato de algumas celebridades terem aderido à criação do animal como bicho de estimação. Foi o caso do ator George Clooney e recentemente Rupert Grint, o Ron Weasley dos filmes de Harry Potter. Suínos a parte, este último ator mencionado pegou uma tremenda gripe suína, mas ao que parece já está se recuperando.

Lá entre os ingleses os porquinhos são criados com todo mimo, com brinquedos, boa comida, carinho dos donos... Se a coisa continuar nesse ritmo, os gatos que se cuidem. Mas, não há moda permanente, assim, logo os bichanos voltam ao colo dos donos.

Ponto de vista da defesa dos animais

Do ponto de vista da defesa dos animais, tudo isso é muito errado e lamentável. Animais não são brinquedos descartáveis, que podem um dia estar na moda e noutro jogado no lixo. Para qualquer defensor dos animais essa moda é uma tragédia que só vem complicar ainda mais a situação dos animais, cada vez mais manipulados, transformados em minis para deleite dos humanos sem o menor respeito por suas vidas. O lugar de todos esses animais minis ou grandes é em seu habitat natural, junto à natureza e o mais distante possível dos humanos que deles só querem tirar proveito.
O lugar de defensor dos animais não é comprando animais da moda, mas sim adotando aqueles que precisam de um lar para sobreviver. Assim, apesar do encanto desses animais, essa moda não passa de uma palhaçada para enriquecer uns e preencher a vida aborrecida de outros. Leonardo Bezerra (Fonte: Daily Mail)
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RÃ COM MENOS DE 2 CENTÍMETROS PARALISA OBRAS DE R$ 1 BILHÃO NO RIO DE JANEIRO

05/10/09

Uma pequena rã ou perereca com apenas 2 cm gera a maior polêmica e paralisa obra de R$ 1 bilhão no Rio de Janeiro. O lado bom é que, além da sobrevivência da perereca, mostra que o país está em nova fase no que se refere à preservação da natureza. O lado ruim mostra como o ser humano pode ser contraditório, enquanto preserva uns, cria outros para a morte certa. As mesmas pessoas, inclusive ambientalistas que defendem a perereca com unhas e dentes, à noite estão comendo com todo prazer a carne de algum pobre animal que passou uma curta vida em sofrimentos e depois teve uma morte cruel apenas para satisfazer o paladar dessas pessoas. Haja contradição.

Contradições a parte, a história é muito interessante e foi notícia em quase todos os jornais e TV. Isto se deve não porque alguém tenha tanto amor pela perereca, mas sim porque o negócio em jogo envolve milhões, e ai é que entram os humanos. Trata-se da construção do arco metropolitano do Rio de Janeiro, uma obra gigantesca, 145 km, destinada a aliviar a questão do transito na cidade. A obra, paralisada desde 24 de setembro, por causa da perereca, é feita com recursos do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento – com orçamento de quase R$ 1 bilhão.Na época do início das obras ninguém podia supor que a 70,9 km do Rio de Janeiro, no município de Seropédica, Baixada Fluminense, uma bela e minúscula rã iria paralisar os gigantescos tratores e maquinarias destinadas às grandes obras. Mas foi isso mesmo que aconteceu. Segundo os biólogos, a Physalaemus soaresi, esse é o nome científico da rã, que alias ainda não tem nome popular, está em extinção porque vive numa área muito pequena com forte pressão urbana ao seu habitat.


No momento a briga envolve biólogos, ambientalistas, o subsecretário estadual de obras do Rio e até mesmo o Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Ao que parece cada um aponta uma solução diferente para o problema, desde a colocação de placas de aço separando as obras dos brejos onde ficam as pererecas, desvio de 100 metros do local, retirada das rãs para outro local, até o adiamento das obras até fevereiro, quando termina a fase de reprodução das rãs. Ainda não se sabe quem vai ganhar a queda de braço, enquanto isso as rãs tem sua vida garantida.


Na verdade a polêmica toda se deve ao fato da referida perereca ser extremamente rara. Vive numa área de 4,9 milhões de metros quadrados da Floresta Nacional Xavier, em Seropédica, entre as Rodovias Presidente Dutra e a antiga Rio-São Paulo. A rã foi localizada em 1965 e nunca foi encontrada em outro lugar do mundo.

Surpresas desde o início

Esta obra parece estar mesmo cheia de surpresas e entraves. As licenças ambientais foram dadas com várias restrições e compensações que vão custar R$ 30 milhões. Além do mais foram encontrados 23 sítios arqueológicos, que num momento vieram interromper as obras. Mesmo com licença para cortas as árvores por donde passam as obras, o trabalho foi interrompido porque a lei determina que seja medida a espessura de cada árvore. Mesmo com todos esses impedimentos as autoridades estudam um meio de evitar que as obras fiquem paradas.


A conclusão que se tira dessa história tão polêmica é que deveriam levar todo esse zelo e cuidados com o meio lá para a Amazônia onde milhões de árvores são derrubadas e milhares de animais mortos. Quanto à perereca, deviam lembrar que a vida não está presente apenas nos animais em risco de extinção, mas em todos os outros. Quando o homem defende um animal em extinção, age de maneira egocêntrica, pensando não no animal, mas em si e em seus descendentes e isto é bem diferente daqueles que defendem a vida. Pois quem defende a vida, defende todos, não fica fazendo escolhas entre quem deve viver ou morrer. (fonte: R7) Leonardo Bezerra

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COMEMORAÇÕES DO DIA MUNDIAL DOS ANIMAIS

04/10/09

Depois de uma semana de eventos relativos aos animais promovidos pela prefeitura de São Paulo, o mesmo ocorrendo e várias outras capitais do Brasil, chega o dia dos animais. Um dia de alegria para todas as pessoas sensatas que percebem a grande importância e valor da vida dos animais. Por isso mesmo, também um dia para lamentar, o sofrimento por que passam esses nossos irmãos menores diante da falta de coerência e até de inteligência da grande maioria da população que não consegue ver animal além de um produto.

O Dia Mundial dos Animais surgiu em 1931 em Florença, Itália. A idéia inicial criada por ecologistas, era a preocupação com os animais em extinção. O dia não podia ser outro senão o 04 de outubro, dia de São Francisco de Assis, patrono dos animais e mais recentemente também patrono da ecologia, isto porque em todos os tempos foi o santo que mais entendeu toda a criação de Deus, desde as criaturas inanimadas até os animais mais perfeitos e belos. Com o passar do tempo, com o aprofundamento do estudo da ética e de várias ciências ligadas à natureza, a idéia de certa forma romântica do início, ganhou peso e base científica chegando no momento a ser encarada como uma questão de sobrevivência da humanidade. Não é mais possível desvincular a destruição do planeta ao uso da indústria de exploração animal.O lado trágico dos animais é promovido pelo homem e o lado bom do homem é promovido pelos animais que só lhes dão alegria e satisfação. Quantas pessoas idosas tem num animal sua única companhia e conforto, quantas crianças tem no animal um estímulo para o carinho e o bom caráter. Quantos já foram salvos por animais em desabamentos e catástrofes das mais diversas, quantos são os animais de guarda e de companhia, enfim, o bem que os animais proporcionam é imenso ao mesmo tempo em que o mal promovido pelos homens aos animais parece ser ainda maior. A indústria da morte animal, verdadeiro holocausto legalizado aonde milhões vão diariamente ao matadouro unicamente porque são vistos como geradores de riquezas e não como vidas que sentem o mesmo que os humanos. Leonardo Bezerra

Que mudanças espera para o mundo vegetariano de amanhã?

Uma pergunta feita por EVANA - European Vegetarian and Animal News Alliance (Respostas de Leonardo Bezerra)

Acho que o mundo vegetariano será o mundo do futuro. Sem poluição, sem destruição das florestas para implantação de novos pastos, portanto sem o terrível aquecimento global. Ao mesmo tempo será um mundo onde não se conhecerá mais parte das doenças, como as cardíacas, câncer e outras originadas da alimentação de carne. Ao mesmo tempo, o homem terá alcançado sua maior vitória, "o pensamento finalmente vence a brutalidade da indústria da pecuária". O homem perceberá a importância da ética, compreenderá o valor da vida.

Mas este mundo que no momento parece de sonho, na verdade já começou em todo o mundo. É o mundo dos vegetarianos. No momento, parecem mais sonhadores, sofrem indiferença, críticas e as vezes até perseguições. Encontram pela frente uma sociedade embrutecida por milênios de tradições cruéis. Tradições que festejam a alegria de casamentos, Natal, aniversários e muitas outras datas, com a morte. Sim, a morte de animais para que pessoas se alegrem comendo-os sem a menor necessidade, apenas por seguir tradições brutas e cruéis. Muitas pessoas alegam gostar dos animais. Até os tem como animais domésticos. Mas se são carnívoros, são um pouco hipócritas, pois quando alguém compra carne, está pagando também embutido no preço da carne, o salário daquele que matou o animal. Como alguém pode cuidar de um animal, até com conforto, enquanto paga para matar outro?

A vinda de um novo mundo, totalmente vegetariano é um processo demorado, mas sem retorno. No futuro os vegetarianos de hoje, serão consideradas pessoas muito adiante em seu tempo. Que já pensavam e agiam como se estivessem já no futuro. É algo semelhante ao que aconteceu com a escravidão humana. Aqueles que trezentos anos atrás falavam na libertação dos escravos, sem dúvidas, estavam adiante de seu tempo, pois toda a sociedade achava a existência da escravidão a coisa mais normal do mundo. O mesmo se pode dizer hoje com relação a libertação animal.

Portanto, a escravidão ainda não terminou, apenas mudou de senhores e de escravos. Hoje os senhores são as indústrias alimentícias e o agro-negócio e os escravos os animais. Isto, de uma forma ainda mais brutal, pois estes, não só trabalham, mas são mortos para proveito da indústria.

Portanto, ser vegetariano hoje, é ser uma pessoa adiante de seu tempo. O contrário também se pode dizer. Não ser vegetariano, é ser uma pessoa atrasada no tempo, uma pessoa que praticamente concorda com a escravidão e nem sequer tem opinião própria. Não se detém um instante para pensar nos benefícios do vegetarianismo e no valor da vida de cada animal, prefere seguir ao lado dos que praticam as tradições mais ridículas e sem sentido.

Seja bem vindo! (a) Faça parte desta grande família em defesa dos animais.

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Os tigres estão numa boa, pelo menos neste lugar.

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A Declaração Universal dos Direitos dos Animais da ONU

01 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.

02 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.

03 - Nenhum animal deve ser maltratado.

04 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.

05 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.

06 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.

07 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.

08 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra o animais.

09 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.

10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.

Preâmbulo:

Considerando que todo o animal possui direitos;

Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;

Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;

Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros;

Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;

Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais,

Proclama-se o seguinte:

Artigo 1º

Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.

Artigo 2º

1.Todo o animal tem o direito a ser respeitado.

2.O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais

3.Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.

Artigo 3º

1.Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis. 2.Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.

Artigo 4º

1.Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.

2.Toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.

Artigo 5º

1.Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.

2.Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.

Artigo 6º

1.Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.

2.O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.

Artigo 7º

Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.

Artigo 8º

1.A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.

2.As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.

Artigo 9º

Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.

Artigo 10º

1.Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.

2.As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.

Artigo 11º

Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.

Artigo 12º

1.Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.

2.A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.

Artigo 13º

1.O animal morto deve de ser tratado com respeito.

2.As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.

Artigo 14º

1.Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.

2.Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.

Material Editado

Todo o conteúdo dos artigos são de nossa autoria baseados em fontes, entrevistas ou contatos sempre mencionados no final das matérias.

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