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BAIXE APLICATIVOS PARA BRINCAR COM SEU GATO NAS FÉRIAS

31/12/2017




Quem gosta de gato está sempre procurando algo para o felino. Claro que roupinhas nem pensar. Assim sobram os brinquedos, casinhas, camas e muitas outras coisas. Fora isso, com a chegada das mil e uma utilidades do celular, apareceram aplicativos para quase todo tipo de atividades, e claro, os gatos não podiam ficar de fora. Aqui relacionamos alguns aplicativos que você pode baixar do Play Store para um bom divertimento com seu gato.

PONTO DE LASER PARA O GATO
É um simulador de ponto de luz. A tela mostra um ponto vermelho, a brincadeira consiste em que o gato tenta pegar o ponto. Pode serem feitas algumas alterações como a cor, o tamanho e a velocidade do ponto de laser. Disponível para Android.

SNAP CAT
Um aplicativo muito legal que permite que os gatos tirem autorretratos (selfies). Aparece um ponto vermelho que roda pela tela atraindo o gato. Ao encostar a pata na tela uma foto é automaticamente tirada e pode ser compartilhada via Facebook ou Twitter. O ponto pode ser mudado para outros atrativos como lasers, ratos e insetos. Disponível para iOS e Android.

CAT FISHING 2
Gato gosta de peixe e portanto de pescar. Este é um aplicativo para os felinos pescadores. Quanto mais peixes seu gato pescar, mais difícil vai ficando o jogo. São três níveis com um, dois ou três peixes ao mesmo tempo. Se o gato parar de pescar por 30 segundos o app emite o som “meow” para atrair o gato. Recomenda-se uma tela protetora contra arranhões. Para iOS e Android.

MAGIC PIANO
É um aplicativo que  permite que o seu gato faça música, conforme ele vai clicando na tela. Apresenta um repertório moderno e clássico. Gratuito e disponível para iOS e Android.

GAME FOR CATS
O próprio nome já diz tudo. É um programa que oferece três jogos diferentes para gatos. Um dos jogos tem um apontador a laser. Nele, uma luz vermelha fica mexendo pela tela e o gato tem que bater nela. Disponível para iOS e Android.

CRAZY CAT
Para você que tem o tempo livre, assim como seu gato, este aplicativo é ideal, pois permite você brincar com seu bichano. Você pode usar  um smartphone com Bluetooth, conecte ao app para controlar  os bichos que aparecem enquanto seu gato joga. O único inconveniente é que na versão gratuita há propagandas, mas não se preocupe, seu gato nem vai ligar para isso. Disponível para Android.

FREE GAMES FOR CATS

É Jogo Multiplayer muito legal  para gatos e seres humanos. É possível escolher se o gato joga sozinho, joga contra outro gato ou contra humanos. Há fundos animados e sons naturais. Disponível para iOS e Android. (Por Leonardo Bezerra)

EXPOSIÇÃO GRATUITA MOSTRA O AFETO ENTRE O HOMEM E SEUS PETS EM SÃO PAULO

24/11/2015

Foto: Divulgação
De 23 de novembro à 15 de dezembro, o projeto É O BICHO discute a relação de carinho entre o homem e seus bichos de estimação na exposição É O BICHO - A relação afetiva entre o homem e o pet, que acontece no Conjunto Nacional, em São Paulo, com entrada gratuita.

A exposição foca nas diferentes espécies de cães e gatos e conta com 40 obras de cerca de 20 artistas visuais de São Paulo, entre pinturas, fotografias, ilustrações e assemblages, que revelam a conexão existente entre as pessoas e os animais domésticos.

Foto: Divulgação
Entre os destaques da mostra, estão a artista plástica, pintora escultora e fotografa Sandra Martinelli, selecionada em 2015 para o Salão de Outone da França e exposição Portugal Lisboa - com uma tela representando a intimidade entre o homem e seu cão; o fotógrafo Thomas Baccaro, premiado no ano passado com o RezArte PremioTricolore (1º prêmio) / Reggio Emilia - Italia e o prêmio Latin American Fotografía 3, com uma série de imagens clicadas no nordeste de cachorros adotados por comunidades rurais; e o grafiteiro Gejo, expoente das primeiras gerações da arte urbana no país, tem em seu currículo exposições em diversas galerias e museus no país e exterior e apresenta através de sua arte a afetividade canina com seus criadores.

Rodas de conversa com veterinários também fazem parte da programação e são direcionadas ao público em geral, que poderá esclarecer dúvidas sobre alimentação e cuidados com seus animais. É O BICHO conta ainda com oficinas de grafite, ministradas pelo artista urbano Rogério Carnaval que tem seu trabalho baseado nas técnicas de décollage, collage e aquarela.

Para Fernando Zelman, um dos curadores do projeto, o foco principal do projeto é utilizar a arte como instrumento de comunicação e conscientização sobre a importância das relações afetivas com os animais de estimação. “Um tema importante para nossa evolução e aprimoramento humano, sobretudo, junto a crianças, idosos e pessoas em tratamento de saúde, física e psicológica”, explica.

A exposição é patrocinada pela Hill’s Pet Nutrition, empresa de rações super premium para Pets do grupo Colgate Palmolive. A empresa reafirma o seu compromisso em promover e estimular a vida saudável dos pets através de uma nutrição balanceada e a aproximação entre pets e humanos.
A curadoria do projeto é também assinada por Danilo Blanco. A produção é da Galeria Central, com o apoio do Condomínio Conjunto Nacional e da Secretaria Municipal da Cultura.

Durante todo o evento, haverá distribuição de brindes para os visitantes, além de divulgação de entidades protetoras dos animais, visando informar e engajar o público presente quanto a questões como adoção, castração, maus-tratos, alimentação e saúde na cidade de São Paulo.

Serviço:
Exposição: É O BICHO - A relação afetiva entre o homem e o pet
Data: De 23 de novembro a 15 de dezembro de 2015
Horário: Diariamente, das 9h as 21h de. Domingos das 11h as 20h
Local: CONJUNTO NACIONAL

Avenida Paulista, 2073, Cerqueira César, São Paulo. Acesso pela rua Augusta

COMO AJUDAR ANIMAIS DE RUA E COMO DOÁ-LOS - SEGUNDA PARTE

03/11/2015

Muitas pessoas encontram animais abandonados nas ruas e os recolhe esperando em seguida doá-los para quem deseja ter um animalzinho de estimação. Nem sempre a tarefa é fácil. Infelizmente ainda há pessoas que preferem pagar caro num cão de raça por exemplo, apenas por uma questão de status e assim deixam de acatar aqueles que mais precisam; os abandonados.

Aqui a ativista Luciana Ronconi responde várias questões com as quais se deparam aqueles que desejam doar um animal resgatado.

1- Quais os procedimentos necessários para se conseguir doar um animalzinho resgatado das ruas.

Existem muitas formas de divulgar um animalzinho para adoção. Existem inúmeros sites na internet voltados pra essa finalidade, basta pesquisar na internet adoção de animais e você verá que existem muitos. Basta colocar a melhor foto do bichinho, informando seu nome, idade, porte, sexo, se é dócil e se convive com outros animais, e seus dados de contato.

Além disso, existem feirinhas em pet shops, que são eventos que visam promover a adoção de animais resgatados da rua, e geralmente são eventos muito agradáveis, onde se tem a oportunidade de conhecer pessoas bacanas, que amam animais, e também de ver a quantidade de bichinhos carentes de afeto que precisam de um lar.

Pra levar o animalzinho numa feirinha, é preciso que ele esteja vacinado e castrado. Basta levar sua carteirinha de vacinação, e um TERMO DE ADOÇÃO, que pode ser encontrado na internet. O interessado em adotar o animalzinho deverá ler esse TERMO DE ADOÇÃO , preencher com seus dados pessoais,  assina-lo em 2 vias e devolver a copia assinada, para que fique claro que ele está ciente de suas responsabilidades para com o animalzinho até seu ultimo dia de vida.

Além disso, no termo de adoção deverá constar que o adotante nunca deverá doar o animal a outra pessoa. Caso ocorra algum problema por falta de adaptação, deverá DEVOLVER o animal ao protetor que o doou.

Além disso, ele deve deixar uma copia de seu RG e do comprovante de residência, para que seu endereço seja comprovado e seja possível visitar o animal para verificar se está sendo bem tratado.
Se a pessoa for do bem, não se importará em assinar esse termo e entregar  os documentos necessários. Caso a pessoa se negue a assinar, não doe o animal, pois obviamente não será um bom adotante.

Existem casos até onde se estipula uma multa em caso de devolução do animal ao seu doador,  que não acho recomendável, uma vez que o adotante pode coloca-lo na rua para se livrar dessa punição.
A relação entre o doador e o adotante deve ser, na medida do possível, amigável, para que ambos tenham liberdade de conversar assuntos relacionados ao animal doado.
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2- Como o protetor deve proceder para escolher um bom adotante para o animal?

Um bom adotante é aquele que assume o animal integralmente, para as horas boas e ruins, ciente de que é uma vida, que precisa de alimento, cuidados básicos, e que um dia ficará velhinho e também precisará de cuidados.

Como ninguém tem esse prontuário escrito na testa, o protetor deve aguçar o seu bom senso na hora de escolher o adotante.

É fato que muitos protetores estão sobrecarregados, com muitos animais sob sua guarda, pagando muitos hoteizinhos e até mesmo endividados, já que a ajuda que recebem é voluntária, e na maioria das vezes não é suficiente para cobrir os gastos do animal.

Porém, eles devem ter muito bom senso ao doar o animal. Jamais devem empurrar, por exemplo, um pastor alemão para uma pessoa que more em apartamento. É sabido que muitas pessoas tem animais de porte grande em apartamento, mas a chance disso dar errado também é muito grande.

Então, o bom senso deve prevalecer sempre, analisar aonde o animalzinho se encaixa na rotina da família, pois se ele se transformar em um estorvo, provavelmente será devolvido em pouco tempo.
Sou voluntaria de uma OGN, e quando recebemos um candidato a adoção, uma pessoa o atende, faz as perguntas necessárias, e caso a adoção se concretize, o animal é levado até casa do adotante  pelo protetor, que ainda avaliará se a casa tem condições de receber o animal.

A qualquer momento, ele pode desistir de doar o animal, explicar os motivos e trazê-lo de volta.
Uma  casa que não tem espaço, ou que não tem muros e portões que impeçam a fuga do animal, ou que tenha outros animais com aparência de mau tratados não é um bom local para receber outro animal.

3- E quais são as responsabilidades que um adotante deve ter ao adotar um animal?

O adotante deve assumir o compromisso de cuidar do animal, ciente de que um animalzinho pode viver 15 anos ou mais, e precisará ser vacinado anualmente, precisará ser tratado caso fique doente, deverá ser alimentado diariamente, não poderá ficar confinado em espaço pequeno, etc.
É muito importante, antes mesmo de entregar o termo de adoção, fazer algumas perguntas ao interessado, como por exemplo se ele tem ou já teve outros animais, se mora em casa, se o acesso à rua é impedido por grades, essas coisas.

Muitas vezes, através dessas simples perguntas, pode-se perceber que o interessado não é um bom candidato à adoção, pois ele responde que teve um cachorro que morreu envenenado, ou que fugiu e foi atropelado, ou que morreu de cinomose, ou seja, coisas que denotam claramente que o animal não teve os cuidados necessários, foi de alguma forma negligenciado.

Ao perceber que o animal foi adotado para uma pessoa que está negligenciando esses cuidados, como devo proceder?

Depois de doado o animal, deve-se visitar o animal nos primeiros meses, para ver se está sendo bem tratado e se a pessoa está cumprindo com seu dever de dono.

Caso perceba que a pessoa evita atender ligações, ou não as retorna, é bom ligar o alerta e investigar. Ir até o local, averiguar a situação do animal, e pegá-lo de volta. O termo de adoção é um documento que tem valor jurídico, e proporciona proteção legal ao animal. Por isso é importante não abrir mão da assinatura desse documento.

4- E para quem vai adotar um animal, o que essa pessoa deve saber?

Deve saber que adotar um animal é um ato de extrema responsabilidade, pois é uma vida que está em jogo, e que ele precisa ser cuidado até o seu ultimo dia de vida.

Ela deve analisar todas as consequências da adoção do animal para a vida da pessoa que o adota, e das demais pessoas que moram no mesmo local.

Caso exista algum impeditivo, algo que possa trazer transtornos futuros, como pessoas que não gostam de animais morando na mesma casa, ausência de portão que isolará o animal da rua, ausência de condições financeiras para comprar comida, vacinar e cuidar do animal caso adoeça, ausência de espaço abrigado do frio e do sol, mudanças em vista para apartamentos pequenos, etc, não adote, pois o animal retirado das ruas já foi suficientemente submetido a maus tratos, a problemas de adaptação, e não merece passar novamente pelo mesmo problema.

Existem pessoas que se desfazem dos animais depois que os adotam, como se fossem roupas velhas. As desculpas são as mais diversas: a mulher que fica grávida e não poderá mais cuidar do cachorro, a criança que é alérgica ao pelo do gato, a família que mudou pra apartamento e não tem mais espaço pro cachorro, enfim.
Nenhuma dessas desculpas justifica o abandono. Por isso, é necessário pensar muito bem antes de adotar um animal, pois depois, você será inteiramente responsável por ele, em qualquer circunstancia.

E caso haja total impossibilidade de permanecer com o animal, por um motivo que seja justo, você deverá providenciar sua doação, seguindo as mesmas recomendações que eu já fiz, de forma que o animal seja levado para uma família que se responsabilize por ele, e não o abandone nas ruas.

O adotante tem todo direito de perguntar sobre a saúde do animal, se ele está castrado, como foi encontrado, se é dócil, enfim, o que julgar necessário para se sentir seguro ao levar o animal pra casa.

Caso opte por adotar um animal de uma ong, deve pedir atestado de vacinação do animal, de vermifugação, com datas em que os vermífugos e vacinas foram administrados.

A carteirinha deve estar assinada por um veterinário e com os selos das respectivas vacinas aplicadas.
5- Por fim, para finalizar  gostaríamos de saber quais são os benefícios de se adotar um animal?
Primeiramente, um animal é um amigo pra vida toda. O animal não se preocupa se você é rico ou pobre, se você tem um bom emprego, ou se você tem o carro do ano. O animal gosta de você incondicionalmente.
Existem estudos que provam que pessoas que possuem animais de estimação vivem mais, porque essas pessoas chegam em casa no final de um dia estressante, e são recebidas com festa, com afeto, e as pessoas que não trabalham mais, que se aposentaram, encontram no animalzinho de estimação um companheiro fiel, que não permite que se sintam sozinhas.
Os bichos diminuem o estresse, baixando a frequência cardíaca, a pressão arterial e o colesterol. Então, os donos de cães e gatos têm taxas mais baixas de triglicérides e colesterol do que os não os tem;
- Outros estudos sugerem que acariciar um animal reduz os níveis de estresse. Isso ocorre porque, ao passar a mão pelo corpo do animal, o organismo libera oxitocina, um hormônio relacionado ao vínculo emocional, gerando calma e bem estar.
Além disso, existem estudos recentes que apontam que crianças entre cinco e doze anos que convivem com animais, possuem mais sensibilidade e compreendem melhor os sentimentos de outras pessoas – têm mais empatia;
Além do fato incontestável de que quem tem um animal de estimação aprende a ser responsável e menos egoísta, pois tem de aprender a zelar por outra vida, não podendo portanto ficar centrado somente na sua.
São inúmeros os fatores positivos pra quem gosta e deseja adotar um animalzinho, além de oferecer a ele a possibilidade de ter uma família e ser amado,

E a consequência de amar profundamente  o animal de estimação vai muito além desses benefícios, porque ensina a importância de se ter respeito por qualquer forma de vida,  cuidando dele, alimentando, vacinando, levando ao veterinário, passeando, brincando, levando pra passear, e principalmente jamais o abandonando sob nenhuma circunstância, cuidando dele na sua velhice, como se faz com um membro da família.

COMO AJUDAR ANIMAIS DE RUA E O QUE FAZER EM CASO DE MAUS TRATOS - PRIMEIRA PARTE

20/10/2015



Foto: Reprodução
Sabemos que no Brasil em geral existem muitos animais soltos pelas ruas, que são abandonados pelos seus donos, e animais que têm dono e são maltratados por eles, ficando muitas vezes acorrentados sob sol e chuva, sem água e comida, ou são largados doentes sem os cuidados necessários.

A ativista defensora dos animais Luciana Ronconi, responde questões sobre defesa dos animais: (de uma série de entrevistas dadas à Rádio Defesa dos Animais)

Gostaríamos de saber o que pode ser considerado maus tratos?

Podem ser considerados maus tratos:
Abandonar, espancar, golpear, mutilar,e envenenar animais
- Manter animais presos permanentemente em correntes ou em locais pequenos e sujos, não abriga-los de sol, chuva e frio, mante-los sem ventilação ou luz solar, não alimentá-los diariamente, negar assistência veterinária a animal doente ou ferido, submeter animais a trabalho excessivo, capturar animais silvestres, utilizar animais em shows que possam lhe causar estresse, promover rinhas e eventos violentos envolvendo animais.

E como devemos proceder ao presenciar um caso de maus tratos?

Em qualquer situação de maus tratos, a pessoa que presenciou o fato deve dirigir-se pessoalmente a uma delegacia do meio ambiente da sua cidade e registrar a ocorrência, além de escrever um requerimento de próprio punho solicitando a instauração de inquérito policial para investigar o caso.

Caso na sua cidade não exista uma delegacia do meio ambiente, faça a denuncia em uma delegacia comum, apenas leve uma copia da lei de maus tratos, que é a lei de número  9605/98, que é a lei de Crimes Ambientais, que pode ser encontrada fazendo uma pesquisa na internet.

Se possível, registre o fato através de fotos, e peça a um veterinário que vá até o local e faça um laudo de maus tratos. Em muitos casos, os maus tratos são visíveis, como por exemplo, em caso de desnutrição, onde o animal está muito magro, ou quando o animal apresenta sinais visíveis de doença e maus tratos. Nesses casos, levar fotos e um laudo veterinário reforça a denuncia.

Muitas vezes, vale a pena tentar contatar a pessoa, tocar a campainha e tentar conversar com a pessoa, saber o porque do animal estar naquelas condições. Muitas vezes, é falta de informação, ou falta de condição financeira para cuidar dele.

Nesses casos, pode-se pedir para fotografar o animal e tentar obter ajuda entre os parentes e amigos, nas redes sociais, pedindo doação de ração, medicamentos, ou até mesmo fazer uma vaquinha para tratamento veterinário.

Pode-se perguntar também se a pessoa tem interesse em doar o animal, e nesses casos, fazer uma publicação nos sites de adoção, nas redes sociais, e divulgar fotos com telefone de contato, em pet shops e locais onde exista circulação de pessoas que gostem de animais.

Caso o dono do animal se mostre inacessível, não queira conversar e nem aceite ajuda, deve-se partir imediatamente para a denuncia formal em uma delegacia do meio ambiente.

Não tenha medo de denunciar. Na verdade, quem denuncia figura como testemunha, pois quem denuncia na verdade é o Estado.

Essa denuncia pode ser feita de forma anônima, basta informar na hora de fazer o termo circunstanciado que não gostaria de ser identificado. Dessa forma, o dono do animal não saberá quem fez a denuncia, pois o denunciante ficará anônimo.

O importante é não se omitir, não deixar de denunciar.
Quem deve fazer a denuncia é quem presencia os maus tratos. Não adianta pedir para outra pessoa.

Na delegacia, você terá de passar as informações que sabe sobre o fato, e então não adianta delegar essa tarefa a terceiros.  A denuncia deve ser feita imediatamente á ocorrência do fato, porque muitas vezes a situação é grave e não se pode esperar, e deve ser feita pela  pessoa que o presenciou.

Se a Polícia não atender ao chamado, ligue para a Corregedoria da Polícia Civil da sua cidade, e informe o que os policiais  disseram quando se negaram a  atender.

Luciana, e quando o animal está trancado em um local fechado, onde não existem pessoas, e esse animal está sozinho, sem água nem comida, o que fazer?

Há 3 anos atrás um gato ficou preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento no 15º andar de um Edifício em um bairro nobre aqui de SP, sem água e nem comida.

Esse caso chamou a atenção dos vizinhos, que fizeram vários pedidos de socorro ao corpo de bombeiros e a policia militar, mas não receberam ajuda.

Esses moradores vizinhos recorreram então ao síndico do prédio. O sindico,  sabendo que os responsáveis pelo animal tinham viajado pro Rio de Janeiro, sentiu-se na obrigação de invadir o apartamento para prestar socorro ao animal.

A Constituição Brasileira declara que “a casa é asilo inviolável do indivíduo, e que ninguém nela pode entrar sem o consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial”.

Nada existe no nosso ordenamento jurídico que nos leve a entender que esta norma tenha por destino a prestação de socorro, exclusivamente, ao animal humano, além do que a lei veda qualquer pratica que submeta os animais a atos de crueldade.

Então, deixar um animal sem água e sem comida, preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento, durante vários dias, é submetê-lo à crueldade, é condená-lo à morte, é crime.

De que maneira poderia o Poder Público, obedecendo à Constituição, proteger este animal ou evitar que ele fosse submetido a crueldade e até mesmo a morte, sem socorrê-lo?

Então, é dever do Poder Público fazer uso de uma das exceções constitucionais ao princípio da inviolabilidade do domicílio, prestando socorro imediato ao animal.

Além disso, é importante lembrar que o Código Penal, em seu artigo 150, §3º, inciso II, afirma “não constituir crime a entrada ou permanência em casa alheia ou em suas dependências, a qualquer hora do dia ou da noite, quando algum crime está sendo ali praticado ou na iminência de o ser”.

Então, para que não seja configurada violação de domicilio, basta ir acompanhado de duas testemunhas, abrir a porta da casa com um chaveiro, e fecha-la após prestar socorro ao animal. Em seguida, basta escrever um termo descrevendo as condições em que se encontrava o animal, assiná-lo e colher as assinaturas das testemunhas, levando ao conhecimento da policia.

Feito isso, pode-se levar o animal para ser atendido em uma clinica veterinária, para que seu sofrimento seja aliviado.

Em caso de maus tratos, peça um laudo veterinário que ateste o fato, e formalize a denuncia numa delegacia do meio ambiente, conforme falei anteriormente.

“Manter-se inerte diante de um ato de maus-tratos é conduta moralmente censurável, que só faz crescer a audácia do malfeitor”, conforme nos faz lembrar o Promotor de Justiça de São José dos Campos, Laerte Fernando Levai, em seu livro Direito dos Animais.

Existem inúmeros casos de pessoas que tomaram essas providencias e conseguiram salvar os animais que estavam submetidos a maus tratos, presos em locais fechados e sem acesso a água nem comida.

Basta não se acovardar e não se omitir diante do fato, pois quando a pessoa se omite, o animal morre sem socorro.


COMISSÃO APROVA VETERINÁRIO GRATUITO PARA ANIMAIS DE PESSOAS CARENTES

03/12/2014

(Foto: Reprodução)
O Ministério da Saúde, em parceria com as prefeituras e os estados brasileiros, pode ser obrigado a disponibilizar atendimento veterinário gratuito aos animais de pessoas carentes, com renda familiar inferior a três salários mínimos. A Comissão de Seguridade Social aprovou o projeto de lei (PL 3765/12) que diz que caberá ao poder público municipal providenciar não só as consultas veterinárias, mas também a realização de cirurgias em geral.

Por Rádio Câmara

A empresária e protetora de animais Leda Frota acredita que abandonos acontecem porque muitas pessoas não conseguem custear o atendimento veterinário e a aprovação desse projeto poderia mudar esse quadro.

"O mais caro para a pessoa que tem um animal de estimação e para quem também ajuda animais de rua é o veterinário, porque às vezes o caso nem é grave. Aí você leva, o veterinário diz: ‘é só essa medicação e o resto de remédio você dá em casa’. A gente pode comprar o remédio, pode comprar a ração, mas a consulta, o atendimento, eles cobram muito caro. Então, facilitaria muito e isso, sim, não geraria o abandono."

O deputado autor do projeto, Ricardo Izar, do PSD paulista, critica o fato de, segundo ele, o Brasil não investir em políticas públicas para tratar dos direitos dos animais domésticos. Ele também explica como o projeto vai ser viabilizado.

"Na verdade, quem faz o grande papel que o Estado deveria fazer são as ONGs de proteção animal, são as protetoras, os ativistas que trabalham na causa animal e que fazem um papel que deveria ser de responsabilidade do Estado. O projeto contempla que podem ser firmados convênios com ONGs, universidades, com clínicas veterinárias particulares. Isso vai ficar a critério dos municípios, dos estados e da federação. Quem vai regulamentar isso vai ser o Ministério da Saúde."

Paula Galera é professora em um hospital veterinário de Brasília e, para ela, mais do que oferecer atendimento, o governo deve fazer campanhas de conscientização com a população no que se refere à prevenção de doenças que coloquem em risco a saúde humana e o controle de natalidade dos animais.

"Dependendo da maneira como esse programa for feito e administrado, eu acredito sim que isso venha trazer um grande beneficio à população carente. E que seja dado foco, primordial, na educação dessa população, principalmente no que se refere à prevenção das doenças transmitidas entre os animais e dos animais para o ser humano, que são as zoonoses, e também no controle de natalidade desses animais."

O projeto de lei ainda deve ser analisado pelas comissões de Meio Ambiente, de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça.
Reportagem – Lara Silvério. (Rádio Câmara)


JAPONESES CRIAM VINHO PARA GATOS

26/02/2014

Foto: Reprodução - Voz da Rússia
Já não se deverá procurar companhia para desfrutar uma noite tomando um copo de vinho. Em breve será possível compartilhar com o gato doméstico.

Por Voz da Rússia

Uma empresa japonesa começa a vender vinho para gatos. A denominação do novo produto é "Miau-miau de nova colheita" (Nyan Nyan Nouveau).

Uma garrafa de vinho para felinos domésticos, de 180 ml, vai custar 4 dólares. Os criadores da bebida para gatos assinalam que seu produto é destinado aos mascotes cujos donos querem compartilhar com eles todos os feriados.


Os defensores dos direitos dos animais não têm motivos para se preocupar, visto que o vinho não contém álcool mas sim suco de uva Cabernet, vitaminas e extrato de Nepeta cataria, comumente conhecida como erva-gateira. (Fonte: Voz da Rússia)

GAROTAS ADOLESCENTES COLOCAM GATINHO NO MICROONDAS PARA FILMAR E POSTAR NO TWITTER

11/09/2013


Gatinho "Miracle" sobrevive ao microondas (Foto: Reprodução)

Garota adolescente coloca gatinho indefeso do microondas enquanto outra filma para mostrar no Twitter. Uma cena de pura crueldade que jamais se esperaria ser cometida por pessoas tão jovens.

Por Leonardo Bezerra

Mas foi isso que aconteceu com a adolescente de 15 anos, do Maine que agora enfrenta acusações de crueldade contra animais depois que o vídeo chocante foi postado no Twitter.


O gatinho de oito semanas de idade sobreviveu e chocou a comunidade de Portland do Sul onde o fato ocorreu. Com a chegada de denúncias na polícia, foram tomadas providências contra os envolvidos e o animal foi enviado para uma casa de adoção onde recebeu o nome de “Miracle”.
 
Gatinho lindo e inoscente sobrevive à crueldade humana (Foto: Reprodução)

Depois dos procedimentos de castração e cuidados o mesmo estará disponível para adoção e inclusive já tem havido grande interesse das pessoas em oferecer-lhe um novo lar. (Fonte: DailyMail)

Veja o vídeo


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Resumo da Declaração Universal dos Direitos dos Animais

A Declaração Universal dos Direitos dos Animais da ONU

01 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.

02 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.

03 - Nenhum animal deve ser maltratado.

04 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.

05 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.

06 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.

07 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.

08 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra o animais.

09 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.

10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender

Os gatos mais caros do mundo

Os animais tem sentimentos...