DEFESA DOS ANIMAIS

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AQUECIMENTO GLOBAL, MORSAS DÃO O ALERTA NO ÁRTICO

13/09/2009

Os animais da região do Ártico sempre foram o termômetro do mundo. Por seus movimentos e modificação no comportamento se avalia as mudanças climáticas. O aquecimento global atinge principalmente essa região com mais intensidade, por isso mesmo marcando-a como uma espécie de termômetro. Os primeiros a dar sinal de alerta foram os ursos, em seguida vários outros animais da região passaram a modificar seu comportamento de acordo com o derretimento do gelo. Recentemente mais um alerta de que algo não vai bem ou que alguma coisa muito grave vai acontecer está sendo dado. Dessa vez quem dá o aviso aos humanos são as morsas. Animais pacíficos que vivem em grandes bandos nas regiões polares.

O alerta foi dado quarta feira por Chad Jay, investigador de morsas para o Serviço Geológico dos Estados Unidos. Segundo ele, milhares desses animais estão se reunindo na costa noroeste do Alaska, isso indica que o meio ambiente do Ártico foi afetado pelo aquecimento global.

Esses animais costumam sair para o mar para alimentar-se, mas não fora de época como vem acontecendo. Durante anos as morsas chegavam à costa de forma intermitente em sua migração rumo ao sul no outono, mas nunca aconteceu de aparecerem tão cedo e em tamanha quantidade. Sinal seguro de que algo está acontecendo.

Ao contrário das focas, as morsas não podem nadar indefinidamente e tem que parar para descansar periodicamente em suas saídas para alimentar-se. Usam o gelo do mar como uma plataforma de descanso antes de mergulhar nas águas pouco profundas da parte externa da plataforma continental. Elas têm capacidade de mergulho até 190 metros para procurar alimentos da fauna marinha, mas normalmente fazem isso em profundidades que não passam dos 100 metros. Mas fora da plataforma continental as profundidades podem chegar aos 3.000 metros. Isso significa que se os gelos próximos da plataforma começam a se tornar raros com o derretimento e se estão afastando cada vez mais, elas ficam sem seu ponto de apoio em águas rasas, assim aglomerando-se em grandes quantidades onde seja possível.

Segundo o já referido investigador, cerca de 3.500 delas estavam próximas do cabo Gelado no mar de Chukchi, a uns 225 quilômetros ao sudeste de Barrow. Animais que a agência havia colocado transmissores via satélite foram localizadas ainda mais além, a uns 240 quilômetros.Acidez do mar

Outro perigo decorrente do aquecimento global e que afeta o Alaska é que o mar da região está se tornando ácido por absolver os gases atmosféricos com maior rapidez que nos trópicos. Foi a conclusão a que chegou “Jeremy Mathis”, oceanógrafo químico da Universidade do Alaska. Segundo ele, o fato dos mares do Alaska serem os mais produtivos do mundo, por suas águas frias e pouco profundas abundante em vida marinha, ao mesmo tempo o torna vulnerável ao processo de acidificação.Parece mesmo que se depender do homem, em sua marcha desenfreada pelo progresso, sem ligar o mínimo para os ecossistemas, toda a região ártica tende mesmo a desaparecer em pouco tempo, trazendo conseqüências terríveis para o resto do mundo e o triste desaparecimento de todos os animais da região.O Alaska é um dos pontos mais vulneráveis ao aquecimento global. Segundo a “Comissão Oceanográfica Intergovernamental”, os oceanos absorvem 22 milhões de toneladas de dióxido de carbono por dia derivados das atividades humanas. Levando-se em conta o efeito destrutivo desses gazes, as perspectivas não são nada animadoras a não ser que todos os países mudem imediatamente para o uso de energias que não causem emissão de gazes. Isso só é possível com o uso de energias não poluentes como a solar e a eólica. O difícil em colocar na cabeça dos mandatários essa simples dedução antes que seja tarde demais. (Fonte: EVANA) Leonardo Bezerra

Os grandes vilões:

Os grandes emissores de gases excluindo o uso da terra como queimadas, etc.

1º- Estados Unidos 2º- China 3º- Rússia 4º- Japão 5º- Índia 6º- Alemanha 7º- Canadá 8º- Brasil 9º- Reino Unido 10º- Itália

Incluindo o uso da terra

1º- Estados Unidos 2º- China 3º- Rússia 4º- Brasil 5º- Japão 6º- Índia 7º- Alemanha 8º- Tanzânia 9º- Canadá 10º- Reino Unido

O Protocolo de Kyoto

Assinado em Kyoto, Japão em 1997, estabelece metas para a redução de emissões para os países do anexo I. Os países não anexos, como o Brasil, não têm nenhuma meta a cumprir. A media geral de redução é de 5,2% em relação ao nível observado em 1990 e tem que ser alcançada entre 2008 e 2012, quando se encerra o primeiro período do compromisso. Cada país tem uma meta própria de redução. Para os Estados Unidos é de 7%, Para a União Européia 8%. Para que o protocolo entrasse em vigor era necessário que pelo menos fosse ratificado por 55 países signatários da Convenção.

Enquete: Você acha que o governo brasileiro está fazendo algo para impedir o aquecimento global? Resultado: 4 votos, todos em NÃO

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OS LEITORES E SEUS ANIMAIS

12/09/2009

Continuando com o quadro Os leitores e seus animais, hoje apresentamos Aldebaran, um cãozinho muito especial de nossa leitora Márcia Martinho, do Guarujá. O bonito da história do Aldebaran é que foi encontrado na rua e graças ao amor e atenção da Márcia, hoje o cãozinho leva uma vida feliz e também dá muita felicidade aos seus donos. Um belo exemplo para que as pessoas adotem esses pobres animais abandonados. Um animalzinho desses pode trazer muita alegria para quem deles tenha compaixão. A seguir o texto enviado pela Márcia onde ela conta como encontrou o Aldebaran.

Este fofo da foto é o Aldebaran. Em um final de tarde de outubro de 2003 esta criatura maravilhosa cruzou o meu caminho. Atravessou a rua, diante do meu carro, equilibrando-se em 3 patas, já que a dianteira esquerda tinha uma ferida aberta que ia do cotovelo ao punho, totalmente infeccionada. Ele estava tão magro que se via todos os seus ossos, tinha tantas pulgas que elas caminhavam sobre o seu rosto procurando um lugar para picar. Seu pelo estava tão sujo e encardido que pensamos que ele fosse cinza.


Quando eu me aproximei dele, ele me olhou dentro dos olhos, e eu li um pedido de socorro naquele olhar.


Não tive dúvidas, coloquei-o no meu carro e fomos rumo ao hospital veterinário. Lá ele recebeu um primeiro atendimento, onde teve seu ferimento lavado, os pelos raspados e um curativo foi feito. Marcamos uns raios-X para o dia seguinte. E assim começou uma batalha para livrá-lo de uma osteomielite que se instalara no osso de seu braço por conta do ferimento sem cuidados.

Depois de quase dois anos cuidando deste braço, a veterinária que o atendia queria amputar-lhe o braço. Entrei em pânico, ele é grande, sem este apoio sua coluna poderia sofrer mais tarde. Procurei outro médico, desta vez um cirurgião ortopédico, e este sugeriu uma cirurgia, não antes de me advertir de todo o trabalho que eu teria no pós operatório que duraria 90 dias!

Não tive dúvidas! Faça, eu disse. E valeu a pena. Hoje ele está perfeito, saudável e é meu grande amigo e companheiro, um verdadeiro "amicão".
Ah! E quanto a seu nome, Aldebaran é a maior estrela da constelação de Touro. Ele merece um nome de estrela! Márcia Martinho – Guarujá –SP.

Participe você também dessa seção enviando fotos de seus animais contando suas histórias.

INTERNET BANDA LARGA É MAIS LENTA QUE POMBO CORREIO NA ÁFRICA DO SUL

11/09/2009

Um fato inédito. Pombo correio mais rápido que transmissão de dados via banda larga. Isto acaba de ser testado na África do Sul. Das duas uma, ou o pombo correio é mesmo muito rápido ou a banda larga por lá deixa muito a desejar, o que parece ser o caso. Por aqui deve acontecer o mesmo, o que acontece é que ninguém ainda teve a idéia de comparar com um pombo correio.

Na África do Sul a disputa foi feita entre as linhas ADSL do principal fornecedor de acesso à Internet, a Telkom e um pombo correio comum. Por incrível que parece o pombo saiu ganhando e a fornecedora de Internet caiu ainda mais na chacota dos usuários que já não agüentam mais a lentidão. Segundo o que informou uma agência local a SAPA, um pombo com 11 meses de nome Winston, levou 1 h08m para percorrer os 80 quilômetros entre os escritórios da Unlimited IT, em Pietermaritzburg e a cidade de Durban, com um cartão de memória preso a uma das patas.

A mensagem levada pelo pombo, incluindo o tempo necessário para transferir para o computador a informação contida no cartão, levou 2 h06m57s, enquanto que neste mesmo tempo, a mesma informação transmitida pela Internet pelas linhas Telkom conseguiram transmitir para o mesmo local apenas quatro por cento dos dados enviados.

Se as coisas continuarem nesse ritmo, quando tiver início o próximo Campeonato Mundial de Futebol, não vai sobrar pombos para enviar os resultados dos jogos. A coisa toda parece brincadeira, mas não é. Isto é definido como IP sobre Aves Correio e já vários testes foram feitos em várias partes do mundo com pombos levando cartões de memória. Os pombos correio, muito utilizados durante a Segunda Guerra Mundial, em plena era da alta tecnologia volta a mostrar o valor da natureza sempre confiável e imutável. Tudo isto é muito bom para quem gosta dos animais e para quem adora um fato curioso ou diferente de tudo que se possa imaginar. (Fonte: Expresso -PT) Leonardo Bezerra


Confira no vídeo essa história incrível
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QUER IR A UM CAFÉ ONDE VOCÊ PODE ACARICIAR UM COELHO? É A NOVA MODA NO JAPÃO

07/09/2009

Depois da moda dos cafés com gatos no Japão, a moda por lá agora é cafés com coelhos. Os cafés perceberam que além da grande atração que os japoneses sentem por animais domésticos, nem sempre podem criá-los. A questão de espaço habitacional é muito séria no Japão e a maioria dos apartamentos para alugar proíbe a presença de animais domésticos. Por outro lado, o povo num país de extrema competição, vive em constante estresse e nada melhor para relaxar do que um animalzinho, nesse caso o sortudo foi o coelho.

Com isso, além de escapar de ir para a panela, o animalzinho vive paparicado pelos clientes estressados e pelos donos dos estabelecimentos que os vêem como fonte de renda. Para os defensores dos animais, o ideal seria que esses animais vivessem soltos na natureza, como isso é impossível num país tão pequeno, só resta aos coelhos agüentar a chatice de alguma criança que resolve afagá-los mais da conta e a torturante seção de fotos que a maioria dos animais odeia.

Um lado também interessante é que isso mostra quanto os seres humanos necessitam dos animais para viver. Representam a paz não encontrada entre os próprios humanos e um momento de volta a verdadeira natureza de onde os humanos nunca deviam ter saído. O coelhinho além de símbolo da fertilidade é também quando transformado em brinquedo de pelúcia, um dos mais procurados pelas crianças. Esse sonho permanece e continua no adulto. Assim, é quase irresistível ficar sem afagar um coelho. Só que no Japão para você fazer isso vai desembolsar US$ 1 por minuto, mais barato que pagar o psicólogo depois. Por isso mesmo é que esses tipos de cafés com gatos, cães e agora com coelhos se tornam tão populares.

Segundo a agência Reuters há até mesmo cafés temáticos como o Usagi-Para Café, em Nagoya que apresenta a decoração do ambiente, brinquedos e alimentos preparados em forma de coelho. Nesse local só a entrada custa US$ 10 e mais os afagos no coelho, e alimentação vai custar ao cliente no mínimo US$ 20. Bom negócio para o dono do estabelecimento.

Segundo a referida agência noticiosa eis o que diz Hiromi Ono, uma executiva que freqüenta o local: “Eles são diferentes de bichinhos de pelúcia e de gatos ou cachorros. Eles são tão fofinhos e eu me sinto muito relaxada aqui”.

Além de mimar os coelhos da casa, quem tiver a sorte de ter um desses bichinhos em casa, também pode levá-lo para os cafés com coelhos, para que seu bichinho também se distraia um pouco com os coelhos da casa.

Como os coelhos não são lá tão higiênicos quanto os gatos, nesses cafés ficam em salas separadas, ou seja, podem ser tocados antes ou depois da refeição. Segundo opinião dos donos desses locais, eles tem obtido ótimos resultados e agradado muito aos clientes. É mesmo típico de um povo muito carente. Que continue assim para a felicidade dos donos e dos coelhos que por enquanto tem o futuro garantido. (Fonte: Reuters) Leonardo Bezerra


Conheça um café com coelho, a nova moda no Japão

Enquete: Você gostaria que no Brasil tivesse esses tipos de cafés, com gatos, cães e coelhos? Resultado da enquete: 6 pessoas votaram SIM, 2 pessoas votaram NÃO.
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OS LEITORES E SEUS ANIMAIS

05/09/2009


Todos os nossos leitores e amigos têm animais. Por isso mesmo é que gostam de acompanhar aqui as novidades, curiosidades e os temas sobre defesa dos animais. Penso que nada melhor do que mostrar também seus animais. Para essa finalidade é que criamos essa seção que sairá todos os sábados, isto é, se recebermos fotos na semana. Hoje começamos mostrando os animais da Daniele, aqui de São Paulo. Esperamos que muitas outras fotos cheguem para o próximo sábado.

Olá, estou lhe enviando as fotos dos meus animais. A primeira é a do Boris, meu neném. Ele é super brincalhão e sentimental. A segunda foto é minha irmã mais nova Juliana, com o mais novo membro da família, a Diana. Ela é super carinhosa, meiga e também muito brincalhona. A terceira foto é de meu cachorro que faleceu faz uns dois meses, era o Breno. Era lindo, dócil e adorava brincar e passear. Por último o dois gatos da casa. A marrom é a Lilica e o outro o Kiko. Adoram dormir e são muito preguiçosos. ( Fotos: Daniele de Souza)

Participe você também enviando as fotos de seus animais e fale sobre eles.

CADELA QUE PINTA QUADROS VIRA NOTÍCIA INTERNACIONAL

01/09/2009


Uma cadelinha chamada Tillamook Cheddar,Tillie faz o maior sucesso como pintora de quadros abstratos. A notícia parece um pouco estranha a primeira vista, mas é isso mesmo, pelo menos para seu dono e milhares de admiradores. E tem mais, seu sucesso não está mais restrito às exposições onde tem participado, mas ganhou o noticiário internacional e a mídia on-line.

Para se ter uma idéia do sucesso da cadela, meios como “Gazeta AKC, CBS, Good Morning América, Planeta Animal, New York Post, e o Washington Times” e muitos outros meios do mundo todo já divulgaram a cadelinha e sua obra

Currículo
Com 10 anos de idade, já superou muito artista humano, com 19 exposições individuais e 15 em grupo, assim como numerosas exposições beneficentes nos Estados Unidos e na Europa.
Defesa dos Animais
Do ponto de vista da defesa dos animais há duas considerações, uma contra e outra a favor. A contra é que nenhum animal deve ser explorado com fins lucrativos, nesse caso a venda dos quadros e o estresse causado ao animal. O lado favorável é que suas seções de pintura são verdadeiras brincadeiras, o que é muito bom para o animal. Para ela não se trata de criar uma obra de arte e sim de diversão, ciscar, morder e tentar destruir a tela como faria qualquer cachorro. Outro lado positivo é que suas exposições em grande parte são beneficentes, para ajudar alguma entidade. Ao mesmo tempo a cadelinha leva vida de artista, muito bem tratada e paparicada por onde passa. De maneira que é melhor que cada um tire suas conclusões.
Técnica
Tillie não tem contato direto com a tinta, que lhe seria prejudicial. Por cima da tela há uma folha especial transparente litográfica, onde fica a tinta. O que o animal tem que fazer é arranhar e morder esse material passando suas marcas para a tela. E isso a cadelinha Tillie faz com muito gosto. É tanto o gosto que em alguns casos chega a destruir inteiramente sua obra antes que o dono se dê conta.

Ela sente como se estivesse destruindo algum sofá. O que contagia o público é justamente ver a alegria com que ela faz isso. Claro que o dono não deixa que o animal destrua o quadro inteiramente e no momento certo o retira de suas garras.
Essa história toda mais parece uma brincadeira ou uma “cachorrada”, algo para rir ou divertir, mas nos Estados Unidos essa arte inusitada é levada muito a sério e seus quadros são vendidos por até R$ 1800, parece que por lá o dinheiro está sobrando.
Se fosse aqui no Brasil duas coisas iam acontecer, seu dono iria chamar o Alexandre Rossi para dar um jeito em seu instinto destrutivo e os quadros iriam parar no lixo. Por lá a coisa é bem diferente, os americanos sabem mesmo fazer dinheiro.
Enquanto a moda não pega por aqui, para quem gosta de animais fica aqui as belas fotos de Tillie, e para quem gosta de arte, alguns quadros de sua criação. E se tiver algum maluco de plantão com R$ 1800 sobrando e quiser ter um quadro da Tillie fica abaixo o endereço de contato. (Fonte: www.tillamookcheddar.com) Leonardo Bezerra

Quem ainda não acredita pode ver o vídeo da Tillie em ação
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VOCÊ CRIARIA UM ANIMAL SELVAGEM DENTRO DE CASA?

30/08/2009

Com as leis de proteção animal cada vez mais severas no Brasil e com leis específicas e campanhas como as que proíbem animais em circos, muitos desses animais são abandonados ou então doados aos zoológicos. Outras vezes são até mesmo doados a particulares. Então, não será mais nenhuma novidade a presença de algum animal selvagem numa residência. O que acontece é que para manter esses animais não é para qualquer um. Depois de nascer um vínculo afetivo, então seus donos não sabem mais desfazer-se do bicho e a solução é arcar com as despesas e trabalheira que dá sua manutenção como alimentação e cuidados.

De toda maneira, o destino desses animais selvagens no Brasil é incerto e todos não muito agradáveis. Resta mantê-los confinados nos zoológicos ou em mãos de algum criador particular. Como já são domesticados e mesmo porque seu habitat natural não é no Brasil, não há como solta-los na natureza, o que seria o ideal. Assim, só resta a convivência com os humanos.

Foi o caso de Ariel, um leão de 5 meses e dois tigres, Tomzinho e Keren Apuc, adotados pelo casal Ary e Raquel Borges da Silva, residentes no Parque Industrial Bandeirantes II em Maringá, Paraná.

Por sorte, além da paixão pelos animais, o casal já tinha um canil onde haviam iniciado a criação de cães, e, portanto, espaço disponível para os novos moradores.
Além dos filhotes o casal tem ainda os tigres Tom e Shang, Menina mãe de Ariel e um casal de leões, Reuel e Lala. Os primeiros animais foram doados por circos e fazendas há três anos. Menina foi a última a chegar estando naquela ocasião grávida de Ariel.

Ary informa no jornal Gazeta do Povo, que alguns desses animais adultos foram maltratados antes de chegar ao canil, mas que agora são todos muito bem cuidados e que seu objetivo é preservar as espécies. Ele usa técnicas de adestramento de cães. Na reportagem do referido jornal ele explica: “No início fui criticado pelas ONGs, mas agora eles apóiam o resultado.” Explica também que pretende fazer uma viagem aos Estados Unidos para fazer um curso de adestramento.

Para o IBAMA, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, a criação é legal e autorizada. E funcionários do instituto vistoria o local com freqüência.

Alimentação
Criar os animais selvagens apresenta vários problemas. Um deles é com referência sua grande energia. Esses animais procuram brincar e gastar energia. Quando as brincadeiras são com os humanos há sempre risco de uma mordida um pouco mais forte ou um arranhão, mesmo sem intenção de ferir por parte do animal. Contudo a grande dificuldade para quem resolve criar um desses animais é sua alimentação. No caso específico, quando estão com fome os filhotes emitem um rugido agudo para avisar. No caso dos filhotes seu cardápio é composto por leite, água de coco e carne. Para os cinco animais adultos seu cardápio é sempre de muita carne. Chegam a comer até sete quilos por dia. Em determinado momento seus donos gastavam R$ 50 por dia, mas agora com o recebimento de doações as despesas diminuíram. Quem vive mesmo na boa vida é o leãozinho Ariel, com 35 quilos, chega mesmo a dormir na cama com o casal.

O lado bom é que melhor domesticados que espancados e maltratados nos circos. O lado não muito bom é que esses animais acabam perdendo suas características e se tornam extremamente dependentes dos humanos. De toda maneira não há o que se fazer em relação aos animais tirados dos circos.(Fonte: Gazeta do Povo) Leonardo Bezerra

Enquete para esta semana: Você criaria um animal selvagem dentro de casa? Resultado da enquete:
Não: 2 votos
Sim: 10 votos
Só em ultimo caso para salvá-lo: 6 votos
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CONHEÇA A RAPOSA VOADORA, UM BICHO QUE VIVE DE CABEÇA PARA BAIXO

29/08/2009

Raposa voadora, um animal simpático, extremamente inteligente. Vê o mundo quase sempre ao contrário, pois vive de cabeça para baixo. É o único mamífero que consegue realizar um vôo sustentado. A mãe é muito apegada ao filhote. Embora não sendo recomendado o contato com os humanos, sempre que isto acontece à raposa voadora mostra-se dócil e mansa como um animal doméstico. Infelizmente encontra-se na lista dos animais ameaçados de extinção. Tudo isto porque, seu maior predador que é o homem, invadiu seu território com plantações de frutas, justamente o alimento preferido das raposas voadoras. Com isto, o conflito é inevitável e o perdedor é sempre o animal.

Com cara de raposa e um corpo um pouco parecido com o de um morcego, é mais ou menos do tamanho de um gato. É encontrada em ambientes tropicais e subtropicais do hemisfério sul, com maior incidência na costa australiana. É derivado em quatro espécies; vermelhas, pretas, cinzentas e as pequenas. São responsáveis diretamente pela manutenção dos ecossistemas nativos das florestas tropicais onde vivem, pois como se alimentam de frutas, contribuem para a dispersão de sementes e à polinização em grandes áreas.
Com a invasão de seu território pelo homem, esses animais correm risco de extinção. Em geral enroscam-se em fios elétricos ou são abatidas a tiros por fazendeiros. No estado de New South Wales, Austrália, mesmo com a ameaça de extinção, o governo permite a matança desses animais com o pretexto da proteção das plantações. Sendo está uma prática já abolida nos outros estados.

Assim, a população da raposa voadora diminuiu em 35% na última década. Para esses fazendeiros e para o governo parece que o mais importante não é a preservação da floresta, um componente extremamente importante contra a mudança climática, mas sim o lucro imediato com suas plantações de frutas. Em alguns estados, outras medidas tem sido tomadas, como a cobertura das árvores frutíferas com redes e outros meios menos agressivos para esses animais.
Os filhotes da raposa voadora são muito dependentes da mãe e só podem alimentar-se de forma independente depois de 12 semanas. Muitas mães voam para alimentar-se nas árvores frutíferas das fazendas onde são alvejadas por tiros. Com a morte da mãe, o filhote morre de fome e de sede ou cai da árvore e é vítima de outros predadores naturais. É uma situação bastante triste totalmente causada pelo homem. Antes da presença deste em seu território, esses animais viviam em paz contribuindo para o crescimento das florestas tropicais.
Há na Austrália algumas organizações dedicadas às raposas voadoras. Uma delas é a The Ku-ring-gai Bat Conservation Society, que recolhe os filhotes órfãos e os cuida e alimenta até que possam ser devolvidos à natureza. Alguns e inclusive até adultos, feridos pelos fazendeiros não podem mais regressar à natureza e ficam nos criadouros da referida organização.

Dados técnicos

Descrição: A raposa voadora “Grey-headed” tem o corpo marrom escuro e a cabeça cinzenta e um colar avermelhado em volta do pescoço. Pele é grossa no pé e no tornozelo para servir de sustentação nos galhos das árvores. Vivem em grandes grupos nas copas das árvores. A espécie maior chega a 25 cm.

Habitat: florestas ou nos manguezais. Até 150 km da costa.

Alimento: Come a fruta e a flor das árvores nativas, e o néctar das árvores do eucalipto. Nas cidades comerá a fruta das plantas de jardim tais como Pawpaws.

Reprodução: A estação de acoplamento é março ou abril, e o único filhote nasce em outubro. O bebê não tem pêlos quando nasce e é carregado pela mãe por 4 ou 5 semanas até que o pêlo cresça. Os jovens podem voar em 8 ou 10 semanas de idade e alimentar-se independente ao redor de 12 semanas.
Maior incidência: Austrália oriental da costa central de Queensland a Victoria.
Contato com humanos: Embora não seja um animal agressivo, não é recomendado às pessoas que não sejam tratadores vacinados contra raiva, manusear esses animais. Uma pequena parcela desses animais pode transmitir raiva aos humanos. (Fontes: The Ku - ring-gai Bat Conservation Society- Agência ANDA) Leonardo Bezerra


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Resumo da Declaração Universal dos Direitos dos Animais

A Declaração Universal dos Direitos dos Animais da ONU

01 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.

02 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.

03 - Nenhum animal deve ser maltratado.

04 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.

05 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.

06 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.

07 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.

08 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra o animais.

09 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.

10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender

Os gatos mais caros do mundo

Os animais tem sentimentos...