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MULAS SÃO OBRIGADAS A PULAR DE TRAMPOLIM DE VÁRIOS METROS PARA DIVERSÃO PÚBLICA

31/08/2010




Cúmulo da maldade é o que se pode dizer de um horrendo espetáculo que acontece no Texas, Estados Unidos, mantido por um tal de Bill Rios, que de humano não tem nada e de animal muito menos, pois nem os animais praticam atos dessa natureza. O tal espetáculo consiste em fazer duas pobres mulas pular de uma plataforma a vários metros de altura para dentro de uma tina com água, enquanto a multidão hilariante grita e aplaude ao custo de seis dólares que vai para o bolso do tal Bill.


O referido proprietário das indefesas criaturas tem a petulância de dizer “Se elas não gostassem disso, elas não fariam isso”. Uma desculpa esfarrapada de quem não tem coragem de dizer o que sofrem esses animais durante o treinamento que certamente é vedado ao público.


As mulas, cruzamento de burro e cavalo, são Smokey e Dipsv Doodle, infelizes criaturas de Deus que tiveram o azar de vir cair nas mãos desse sujeito sem escrúpulos e interesseiro que tira os miseráveis dólares a custa dos pobres animais.


Por incrível que pareça, a polícia local, muito provavelmente constituída por pessoas que não tem a menor noção de direitos dos animais, acha tudo isso normal e que os animais gostam.



Não é o que pensa o veterinário Dr. Scott Miller, que disse numa entrevista à TV “É uma crueldade contra os animais, arremessando-se para fora da plataforma dessa altura é totalmente anti-natural para elas. O potencial de prejuízo para estes animais é enorme.”


O falso show inclui ainda uma hora de rodeio com duas ovelhas, cabritos e equitação de cowboys. É incrível que ainda existam pessoas que ganham dinheiro a custa do sofrimento dos animais.


No caso das mulas se percebe claramente o medo e a hesitação dos animais antes do salto. Só o fazem porque certamente foram espancadas durante o treinamento e no momento lhes parece melhor o salto que a tortura. Nenhum animal dessa espécie faz um salto desses de livre vontade como afirma seu algoz. Só resta aos defensores de todo o mundo e pessoas que ainda podem ser assim consideradas, manifestarem-se contra este indivíduo e este espetáculo asqueroso e inútil que pode inclusive levar crianças inocentes a acharem que essas práticas absurdas são normais
. Leonardo Bezerra


NOVA MODA NA EUROPA; CORRIDA DE OBSTÁCULOS PARA COELHOS

29/08/2010


Não bastasse a quantidade de esportes e práticas que usam animais como corridas de cães e de cavalos, rodeios, brigas de galos e as horríveis touradas, uma nova moda começa a se espalhar a partir dos países escandinavos. É uma espécie de olimpíada para coelhos. Uma prática que consiste em fazer o coelho correr superando vários obstáculos mais ou menos como no hipismo. Claro que para um animal tão tímido e independente como o coelho isso não é nada fácil. Apesar de que seus adeptos juram que não há maus tratos aos coelhos, a verdade parece ser muito diferente.

Em primeiro lugar é sempre bom lembrar que coelho não é animal doméstico. É criado em casa ou outros lugares muito contra sua vontade, ou seja, num regime de escravidão. É um animal silvestre cujo habitat são as florestas e a liberdade. Só diante dessas características básicas já se tem uma noção de que participar de torneios e estar diante de uma platéia não é coisa para coelho.

Este esporte, que tende agora a se espalhar por vários países, surgiu na Suécia na década de 1980. Inicialmente quase como uma brincadeira e muito praticado pelas crianças. A motivação principal começou a partir de um programa de televisão britânico chamado That´s Life, no qual crianças apresentavam seus coelhos que haviam sido ensinados a pular cercas numa versão miniatura dos saltos com cavalos. Essa idéia acabou chegando às crianças suecas que a desenvolveram muito bem com seus animais de estimação. Claro que depois desse início em forma de brincadeiras, os adultos começaram a se interessar. Cada vez mais adultos começaram a praticar essa espécie de brincadeira até que finalmente surgiram clubes para essa modalidade e várias regras foram estabelecidas para o esporte.

O primeiro Campeonato Sueco de saltos de coelhos ocorreu em 1987 com a participação de sessenta concorrentes. Já no ano seguinte o número de participantes havia dobrado e hoje há dois mil coelhos atletas espalhados pelos vários clubes com cerca de cinqüenta categorias para sua prática. Com tanta movimentação, o esporte logo ganhou também os países vizinhos como Noruega e Dinamarca. Recentemente está chegando até a Alemanha.

Modalidades
O Campeonato Dinamarquês de Coelhos de 2010 foi realizado no início do mês atraindo grande número de concorrentes e espectadores. É dividido em quatro modalidades:
O Straight Elite: Os coelhos concorrentes devem pular uma série de obstáculos em linha reta. Os pontos são aumentados se o coelho não hesitar na hora do salto.
A Crooked Elite: Os obstáculos são colocados num espaçamento padrão e mais pontos ganham aqueles que receberem menos instruções de seus donos.
Salto em Altura e Salto em distância: É igual que em outros esportes. Tanto a altura quanto a distância vão aumentando. O vencedor é aquele que conseguir superar o obstáculo mais alto e também à distância.
Segundo os organizadores, por enquanto não é um esporte lucrativo. Tudo é feito pela gloria da vitória. É claro que todo esporte nasce exatamente dessa forma e depois tudo é transformado em dinheiro. Apesar de que seus adeptos juram que não há crueldade na prática do esporte. É difícil saber o que se passa por baixo dos panos, ou seja, durante o treinamento. Um animal tão independente e rebelde como coelho não é de fazer a vontade do dono de maneira espontânea. Além do mais, se nota as caras tristes e assustadas desses animais durante as competições. Outro fator é que estão sempre amarrados a desconfortáveis coleiras e recebendo ordens das quais eles nada entendem. O estresse pelo qual passam esses animais durante as competições, como a retirada de suas casas, as viagens e vários outros incômodos também devem ser levados em consideração.

Em resumo, brincadeira de pessoas com animais, só é boa para as pessoas, para os animais é no mínimo um tormento. Assim, é uma lástima que milhares de pessoas em todo o mundo lutem tão desesperadamente para a extinção de práticas de maus tratos aos animais, enquanto outros que pelo visto não tem nada para fazer na vida, inventam outras, dessa vez contra os pacíficos e indefesos coelhos. Leonardo Bezerra
Será que o coelho está feliz? Veja no vídeo

FINALMENTE, UM FILME SOBRE VIRA-LATAS

20/08/2010



Depois de muitos filmes protagonizados por cães de raça, desde as séries antigas como Rintintin até filmes modernos como Marley & Eu, finalmente alguém se lembrou do mais nobre dos cães. O que mais sofre, mas também o que mais demonstra capacidade de sobrevivência e adaptação ao meio. Trata-se do conhecido vira-latas, ou cães sem raça definida que fazem das ruas das cidades seu lar. Aliás, segundo uma pesquisa recente feita em São Paulo, esse animal ficou em primeiro lugar como preferido da população. Não é para menos, pois ele não exige nada de seu dono e é extremamente resistente em todos os sentidos além de muito fiel e dedicado ao dono.


O longa metragem que será lançada nos cinemas em dezembro e posteriormente será disponibilizado em locadoras, faz parte de um projeto criado pelo publicitário Tiago Ferigoli envolvendo uma série de ações entre as quais: Um livro produzido e distribuído pela Editora Ediouro, um documentário publicado pela ANCINE, produzido pela Pedigree e Influência Films, contando com a participação de artistas e personalidades já conhecidas do público como Ronnie Von, Danilo Gentili e outros. Há ainda disponível uma Trilha Sonora Original e um Website de referência que pretende dar continuidade ao projeto. Tudo isso divulgado por uma forte assessoria de imprensa organizada pelas empresas envolvidas. Maiores detalhes em www.vira-latas.com


Segundo o autor do projeto, o tema não se refere unicamente aos cães de rua, mas principalmente ao homem, já que o abandono está ligado ao homem, a uma política de preconceito, de educação e responsabilidade social, questões estas que aparentemente nada tem a ver com o cão em si, mas ao mesmo tempo está interligado. O projeto tem então como base a própria cidadania e deve ser continuado envolvendo conscientização e mudança onde tanto o cão em questão quanto o homem só tenham a ganhar. Leonardo Bezerra


Workshop para divulgar o projeto

O Projeto Vira-latas tem dois pontos muito importantes que merecem destaque. A sua execução, pois estamos falando de um projeto que trabalha todas as mídias em nível Nacional, e o conteúdo do assunto tratado extremamente importante, pois fala do homem, mas com o objetivo final de salvar os animais, os cães, neste caso. Este jogo de palavras tem um propósito muito bem elaborado, atrair pessoas que NÃO sabem sobre o assunto. Estas pessoas não iram ao cinema para ver um filme ou leriam um livro que falasse exclusivamente de cães, mas irão a um filme que falará dele, do homem. Sem contar que tratamos de assuntos muito atuais, tais como: responsabilidade social, educação, saúde pública e por ai vai. Temas muito importantes atualmente e que no Filme são relatados por grandes profissionais. E isso tudo foi realizado seguindo um planejamento muito bem organizado, com pouquíssimos recursos financeiros, mas com uma equipe exemplar, dedicada e que acreditou desde o início no projeto.


A experiência pela qual a equipe passou comprova o que o projeto vende, que estamos todos interligados, sejamos ou não, profissionais que lidam diretamente com animais, estamos todos no mesmo planeta. O workshop tem o objetivo de expor toda essa jornada de dois anos de trabalho e estimular alunos e profissionais a desenvolverem projetos como este. Mostrar também, como podemos utilizar de nossas ferramentas de trabalho de forma criativa e produtiva. Mais do que nunca, o mundo precisa desenvolver uma comunicação mais rica, com conteúdos mais elaborados e que passem alguma mensagem em prol da população. Esse é o mote da palestra, incentivar alunos e profissionais a utilizarem a Comunicação para vender, mas também para educar.



CONHEÇA CABOODLE A CIDADE DOS GATOS

29/05/2010


Um paraíso na terra para os gatos. Um lugar que deixa qualquer pessoa amante de gatos ou dos animais em geral extremamente feliz. Depois que se passa uma vida inteira vendo os maus tratos aos animais, o sofrimento de gatos de ruas e muitas outras tragédias, conhecer o Rancho Caboodle - mesmo por fotos ou vídeo - é um colírio para os olhos, é um Oasis em meio ao deserto. E pensar que esse paraíso surgiu da idéia de uma única pessoa é fantástico.

A idéia do rancho ou fazenda para os gatos, que na verdade mais parece uma cidade dos gatos, localizada em Jacksonville, Florida, surgiu por acaso em 2003 e de lá para cá se expandiu para um verdadeiro santuário de 30 acres que abriga mais de 500 gatos abandonados ou sem lar. Seu fundador, Craig Grant, é que mantém o custeio quase que total do santuário. Esse senhor simpático grande amante dos animais vê toda sua felicidade e realização em ver a felicidade e boa vida que levam os gatos neste local.

Com muita habilidade e criatividade o próprio Grant construiu a maior parte do lugar e o mantém embora precise trabalhar fora para manter-se e aos gatos. A maioria dos gatos que vivem no local era gatos de rua ou abandonados que viviam vagueando sem teto. Outros ainda vieram parar no local porque por algum motivo seus donos não puderam ficar com eles.

A manutenção do rancho consume cerca de 6.000 dólares por mês, que Grant consegue às vezes com muito sacrifício, tudo para conseguir dar uma boa vida para os bichanos que tanto ama. Na verdade esse grande herói dos gatos afirma que às vezes ele nem tem dinheiro para comer, mas não deixa faltar aos gatos. Em seu blog – Um dia na fazenda – ele descreve os desafios cotidianos da manutenção de seus gatos, de suas preocupações quando tem que viajar e deixar os gatos e muitas outras coisas.

Apesar dos sacrifícios, e da pouca ajuda que recebe, os gatos são bem cuidados. Castrados, com atendimento veterinário para cada um deles, alimentação, água e um lugar de sonho que inclui árvores e até casinhas para abrigá-los das intempéries. Claro que com tudo isso os gatos o adoram, basta ver que o seguem por toda parte e o reconhecem de longe. É algo maravilhoso de se ver quando Grant está no meio deles.

Por incrível que pareça, a história desse homem maravilhoso e seus gatos nasceu por acaso. Aliás, ele nem sequer gostava de gatos. Eis como ele narra sua história no site Rancho dos Gatos:

Conheça a história contada por Grant, seu idealizador

Eu estava alugando uma casa de condomínio a dois passos da praia com meu filho. Tinha todos os confortos e conveniências do lar. Quarto mobiliado, a um curto passeio até a praia e perto do trabalho. Então, meu filho saiu por conta própria pela primeira vez. Ele deixou sua gata comigo, porque ele não podia levá-la com ele. Eu não gostava de gatos, mas concordei em ficar com ela. Eu não estava acostumado a ficar sozinho e a gata Pepper não era qualquer uma. Nós lentamente começamos nos dar bem. Alguns meses se passaram e eu descobri que ela estava grávida. Oh grande, e agora? Ela teve cinco gatinhos. Eu queria dar-lhes sumiço, porque eu não queria a minha linda casa destruída, mas meu filho disse-me que tinha que ficar com a mãe durante 8 semanas. Durante esse tempo eu aprendi que cada gato tem sua personalidade própria e não demorou muito para que os gatinhos estivessem balançando as minhas cortinas. Eu não me importava. Algo tinha mudado... Eu não queria abandoná-los.

Mas, com seis gatos, as reclamações começaram com o proprietário do condomínio e os vizinhos. Eu sabia que tinha que procurar outro lugar para ir. Eles não estavam seguros na vizinhança.

Encontrei um de meus gatos machucado e outro foi mordido por um pitbull que eu sei que foi solto para esse fim. Algo precisava ser feito.

Eu não sabia o que fazer em primeiro lugar, assim eu construí um barracão no quintal do meu filho e vivi nele por um tempo. Então eu encontrei um anúncio de um corretor de imóveis oferecendo cinco acres em uma fazenda com árvores; financiada direto do proprietário, a baixo custo mensal... O problema era que ele estava 100 quilômetros a oeste de Jacksonville.

Saí para ver e adorei. Ao longo dos próximos meses, eu comprei mais cinco terrenos. Agora tenho 25 acres.


Limpei uma pequena área e comprei um trailer como um refúgio para meus gatos. Eu coloquei nele uma porta de animal de estimação e prateleiras acolchoadas para eles. Nessa época eu tinha 11 gatos. Eu tinha ficado com gatos abandonados e errantes da vizinhança e das áreas que eu trabalho como um empreiteiro. Eu tinha 22 gatos até a primavera de 2004.

Não tenho mais nenhum dos meus móveis antigos; itens materiais não são importantes para mim mais. Meus gatos me fizeram mais feliz do que nunca. Eles realmente são os melhores amigos que eu já tive.


Caboodle Fazenda agora é um santuário permanente para os gatos que têm sido chutados por pessoas sem coração. Há muitas histórias tristes entre todos os gatos que eu adotei. Alguns quase morreram de fome, alguns deles se encontravam feridos. Eu vi muitos fechados em jaulas durante meses em abrigos de animais e fiquei com alguns deles também.

Os gatos devem ser capazes de andar livremente, e em Caboodle Ranch, é o que eles fazem. Estamos no meio de 100 hectares de fauna. Os gatos me seguem através das trilhas naturais que eu coloquei e mantenho, sobem em árvores fortes que eu construí e se escondem em tocas escavadas no subsolo que tenho feito para eles.

Todos os gatos foram esterilizados ou castrados, todos as vacinas são atualizadas e eu mantenho as visitas regulares ao veterinário para cada um deles. Eu viajo a 250 milhas de ida e volta várias vezes por semana para trabalhar e voltar para manter um porto seguro para se viver. Cada um dos meus gastos saíram do meu próprio bolso e faço com muito pouco para que eu possa dar-lhes uma vida feliz, mas nem sempre é fácil. (Fotos: Divulgação) (Fonte: Caboodle Ranch) Leonardo Bezerra


Reportagem de TV americana mostra Caboodle Ranch

CÃO VIRA HERÓI AO MOSTRAR LOCAL DE INCÊNDIO AOS POLICIAIS

25/04/2010




Esta é uma bela história de heroísmo animal onde uma vez mais um cão mostra sua inteligência e amor ao seu dono. Aconteceu nos Estados Unidos numa região rural do Alasca. O cão Buddy, pastor alemão de cinco anos, pertencente a Ben Heinrichs, diante do grande incêndio que se iniciava na casa e diante das palavras de seu dono - precisamos de ajuda-, não teve dúvidas, saiu em disparada em busca de ajuda.


Após percorrer vários trechos de estradas escuras e cheias de neve, finalmente chegou a uma via principal onde o policial Terrence Shanigan, alertado por moradores procurava pelo incêndio, mas sem êxito. Foi então que viu Buddy que praticamente o chamou com os olhos e saiu em disparada. O policial entendeu o apelo do animal e foi seguindo-o por várias estradas secundárias até dar com o incêndio.


A distância entre o ponto onde o policial estava e o incêndio era enorme, pois a área tem cerca de 75 quilômetros e sem a ajuda do cão provavelmente não teria encontrado a propriedade na noite escura e gelada. O trajeto do cão foi filmado pelo equipamento do carro da polícia e se observa claramente que o cão serve de guia ao veículo. Cão a chegada dos policiais ao local foi possível o salvamento e a chamada dos bombeiros impedindo que o incêndio, iniciado na oficina, destruísse a casa de Ben Heinrichs.


Prêmios de Herói


Após o feito não podia ser de outro modo, o cão virou herói do local e logo a notícia e inclusive o vídeo, correu o mundo pelos noticiários de TV e jornais. A família, muito agradecida, recebeu o prêmio junto com o herói: uma tigela de aço inoxidável gravada com palavras de apreço ao animal herói. Buddy também recebeu um grande osso de couro cru e seus donos uma carta emoldurada documentando seus esforços. - Se não fosse por ele, teríamos perdido nossa casa – disse Ben Heinrichs com voz embargada durante a cerimônia.


Ben Heinrichs esclareceu depois que estava trabalhando em peças para seu caminhão quando uma faísca atingiu o tanque de gasolina que pegou fogo e atingiu sua roupa. Ele então correu para fora e rolou na neve para apagar o fogo e fechou a porta para conter o incêndio. Percebeu que Buddy ainda estava dentro do prédio. Para poder deixar o cão sair sofreu queimaduras leves no rosto e de segundo grau na mão esquerda. Do lado de fora, assim que Heinrich disse – preciso de socorro – o cão saiu em disparada até regressar com os policiais. Mais tarde o policial também afirmou – Ele não estava fugindo de mim, mas apenas me levando. (Fonte: Daily Mail) Leonardo Bezerra


Veja o vídeo em que Buddy conduz o carro da polícia em direção ao incêndio

VOCÊ SABIA QUE EM SÃO PAULO EXISTE UM CEMITÉRIO SÓ PARA ANIMAIS?

30/03/2010


Numa época em que cresce cada vez mais o convívio com os animais de estimação, isto porque as relações pessoais se tornaram muito complicadas, quando muitas vezes se recebe mais atenção e carinho dos animais domésticos que das próprias pessoas da família, era natural que esses animais - às vezes únicos amigos - passassem a receber um tratamento digno em todos os sentidos, pois são responsáveis pela felicidade de muita gente.


Ao longo do tempo esse tratamento tem sido através dos cuidados com alimentação, bem estar e saúde. Mas ainda estava faltando algo mais principalmente para o final da vida do companheiro e amigo fiel de tantos anos. Isto é, quando acontece a morte do animalzinho tão querido. Na maioria dos casos isso era feito de forma improvisada trazendo transtornos ao dono e mesmo aquele sentimento de que aquela vida merecia muito mais que ser enterrado em qualquer lugar e de qualquer jeito.


Essa grande falta de um local digno e apropriado para o amigo de uma vida inteira só foi sanado recentemente depois de árdua batalha de uma pessoa empreendedora e por sinal muito amiga dos animais. A idéia foi do médico veterinário Adilson Duran Spigolon que lutou durante vários anos para a concretização de um local ideal para o enterro e cremação dos animais domésticos com dignidade e segurança.


A intenção da criação de um cemitério e crematório para os animais surgiu em 1982 na ocasião da implantação do Cemitério do Carmo. Entretanto não havia Lei para regulamentar tal assunto e assim esta só foi aprovada em 1988 com o nº 10714 permitindo a implantação de cemitérios e crematórios de animais na cidade de São Paulo.


Somente no ano 2000 teve inicio a batalha para aprovação do empreendimento que obteve sucesso somente em 2006. Iniciados os trabalhos, sua construção ficou pronta em 2008 e finalmente no dia das mães de 2009 teve início o funcionamento do estabelecimento.


Local


É um jardim imenso com 24 mil metros quadrados de área verde onde são cultivados gramíneos, flores, árvores frutíferas e da flora brasileira par atrair pássaros e promover um espaço de beleza natural e muita paz. O local tem capacidade para 18 mil animais para sepultamento. Os clientes podem acompanhar o sepultamento e há no local inclusive uma capela onde os donos podem prestar uma última homenagem ao seu animal de estimação.


Também é possível a cremação, que e feita individualmente e o proprietário pode levar as cinzas ou depositá-las nos jardins do local. Tanto de uma forma quanto de outra o dono de um animalzinho de estimação certamente fica satisfeito diante de toda a atenção, cuidados e infra-estrutura que o local oferece para o seu amiguinho de uma vida inteira. É uma forma de agradecimento para um ser tão simples e ao mesmo tempo tão dedicado que na vida não soube fazer outra coisa que não fosse amar o seu dono de forma incondicional muitas vezes dando verdadeiras lições aos humanos cada vez tão indiferentes e distantes.


CREMAÇÃO:
A cremação é feita em equipamento especificamente preparado para esta função, estando certificado pelos órgãos competentes, garantindo a não poluição do ar. Seu forno é especial, atinge a temperatura de 800 graus, sendo o mesmo equipamento utilizado na cremação de humanos.


SEPULTAMENTO:
Sepultar seu animal de estimação no REINO ANIMAL além de ser um gesto de carinho e respeito, é também uma demonstração de cidadania e uma forma de garantir que todos os cuidados técnicos de saúde pública estão sendo cumpridos.


ÁREA PARA SEPULTAMENTO:
O jazigo no REINO ANIMAL pode ser adquirido por meio de uma tarifa inicial e uma taxa de manutenção anual. Para maiores informações link: Reino Animal. (Fonte: Reino Animal) Leonardo Bezerra

DEFENSORA DOS ANIMAIS ENFRENTA PEÃO DE RODEIO NO PROGRAMA TROCA DE FAMÍLIA

23/03/2010

Para muitos, só mais um programa de televisão das tardes de domingo. Para os defensores dos animais uma grande chance de mostrar que ainda há pessoas boas no mundo e que fazem de tudo pelos animais. Assim foi a primeira parte do programa Troca de Família, agora um quadro do programa Tudo é possível da Rede Record.

Certamente milhares de defensores dos animais estiveram ligados no programa, pois mesmo não conhecendo a Fernanda, a defensora dos animais que participa do programa. De antemão e sem ter nenhuma dúvida, todos já sabiam que o recado dos defensores dos animais seria dado, pois todo defensor tem algo em comum do qual não abre mão; é o grande amor aos animais.

Fernanda não deixou por menos, em todos os momentos mostrou sem medo o seu ponto de vista mesmo estando num meio completamente hostil e talvez um dos meios que mais exploram e maltratam os animais. O Formiguinha, peão de rodeios milionário com a qual ela teve que conviver, tentou justificar inutilmente a crueldade que o rodeio impinge aos animais. Tudo em vão diante da firmeza e clareza dos argumentos de Fernanda. Ao contrário, Formiguinha, ganhador de inúmeros prêmios, 52 motos, 3 camionetes e outros bens, não conseguiu dobrar a dona de casa, vegetariana e defensora dos animais.
Num dos momentos mais críticos Fernanda disse uma frase que bem representa os dois meios antagônicos, o da exploração animal e o da defesa. Foi algo mais ou menos assim: Que Formiguinha ganha dinheiro com os animais, enquanto ela só perde para salva-los, chegando ao ponto de endividar-se. Algo muito belo e que representa a nossa realidade. Por um lado a indústria milionária da exploração e da morte, por outro, pessoas simples, comuns, mas com muita determinação e amor que fazem de tudo por essas vidas.

Quanto ao outro lado, ou seja, Adriana, esposa do Formiguinha, apesar do esforço da emissora, não apresentou nenhum carisma especial e deixou uma imagem um tanto desagradável ao criticar o metrô a exposição no MASP e outras coisas tão queridas dos paulistanos.

Apesar das gravações terem sido realizadas em fins do ano passado, o programa levantou o IPOPE no horário e a segunda parte que será apresentada no próximo domingo, dia 28, terá sem dúvidas uma audiência ainda maior. Com certeza não está em jogo duas donas de casas, mas duas forças; a da tradição cruel, criada por homens primitivos, que admitiam inclusive a escravidão humana, hoje transformada na indústria do divertimento fácil à custa de dor e sofrimento. Por outro, o pensamento do futuro, da preservação do mundo incluindo tudo que nele se encontra. A ética ligada à filosofia, onde não é mais possível viver-se de passado, baseado em homens primitivos que lançaram tantos costumes perversos, inúteis e destrutivos, incluindo-se entre estes os rodeios. Leonardo Bezerra

CONHEÇA MELHOR O QUE SÃO OS RODEIOS

Fica difícil definir se o pior do rodeio é sua realização ou as leis que o apóiam e outras que não protegem os animais. É claro, como já foi dito, o rodeio no Brasil está alicerçado pelos poderosos; grandes empresários, a indústria da propaganda, dos shows e do turismo. Estes mesmos tem o poder de convencer mandatários políticos no sentido de serem favorecidos. Assim é praticamente impossível erradicar a indústria do rodeio. Os poucos que defendem os animais e que são contra o evento são tidos ou como loucos ou anti-sociais. Já nos tempos do governo Henrique Cardoso, o mesmo mudou o status do peão, para “atleta”. Então segundo esse ponto de vista atletismo é a prática de violência contra seres indefesos e inofensivos. Não bastasse a infelicidade do referido governo, o senado aprovou o uso de instrumentos de tortura nos rodeios.

Os animais sofrem para que os humanos se divirtam

Os animais não são agressivos, ao contrário, são dóceis e inocentes, mas através dos objetos de tortura são forçados a demonstrar um comportamento de defesa bravio e selvagem, que por natureza não é deles, tudo para que o peão pareça um herói corajoso e destemido diante do público. É, portanto um show realizado com base numa farsa e numa mentira para enganar a multidão. Os que defendem a farsa do rodeio alegam que o animal sofre apenas durante 8 segundos. Esquecem de mencionar o tempo antes e depois em que o animal fica com os instrumentos de tortura nem mencionam as incontáveis horas de treino do peão com o mesmo animal.

Modalidades principais usadas em rodeios dos Estados Unidos e do Brasil

Laçada do bezerro: Animais novos, alguns com poucos dias de vida. É perseguido pelo peão em alta velocidade, laçado e derrubado ao chão. Quando o animal é laçado o cavalo é freado bruscamente. O laço às vezes provoca a ruptura da medula ocasionando a morte instantânea. Outros sofrem rompimento parcial ou total da traquéia. Ao ser jogado com violência ao chão, causa fratura de vários órgãos internos provocando morte lenta e dolorosa.

Laço duplo: Dois peões saem em perseguição ao bezerro um deles laça a cabeça e o outro as pernas. Cada um vai para um lado esticando o animal o que lhe provoca distensões de ligamentos e tendões e músculos machucados.

Bulldog: Dois peões perseguem o animal em velocidade. Um deles o segura pelos chifres e o derruba torcendo seu pescoço.

Montaria em touros e cavalos: Tanto touros quanto cavalos são apertados com o sedém uma corda que áspera que passa pelos órgãos para provocar-lhes dor fazendo-os pular na tentativa de livrar-se.

Os equipamentos de tortura:

Sedém: É uma tira de couro ou crina que é amarrada em torno do animal passando pelo penis ou saca escrotal. Ao sair para a arena essa corda é puxada com força pelo peão comprimindo os canais que ligam os rins à bexiga o que faz o animal saltar desesperado procurando libertar-se da dor terrível, que a platéia entende como animal bravio. Além da dor, pode também provocar ruptura viscerais e internas. Dependendo do caso pode provocar a morte. Assim que o animal é liberto do sedém volta a ficar calmo e dócil, mas isto não é mostrado ao público.

Objetos pontiagudos: Pregos, pedras, alfinetes e arames em forma de anzol são colocados nos sedenhos ou sob a sela do animal.

Esporas: São aplicadas pelo peão no baixo ventre e às vezes no pescoço e na cabeça do animal.

Pimenta e outras substâncias: São introduzidos no animal para que este fique irritado e nervoso.

Peiteira e Sino: É uma faixa de couro amarrada ao redor do animal atrás da axila, causa imensa dor e lesões.

SELOS INGLESES ESTAMPAM ANIMAIS ABANDONADOS

21/03/2010


Serie de selos ingleses estampando animais abandonados são lançados para comemorar os 150 anos da casa Battersea Dogs & Cats Home, uma entidade para animais abandonados e encaminhamento para futuros novos donos. Uma iniciativa justa em homenagem as essas vidas tão sofridas, mas que ao mesmo tempo tanta alegria e conforto trazem aos seus donos, muitas vezes significando o único amigo de alguém, o último refúgio diante de um mundo injusto onde às vezes para muitas pessoas parece que não vale mais a pena viver entre os humanos. Encontram nos animais tudo aquilo que as pessoas não souberam dar.


A casa Battersea Dogs & Cats Home está em Londres desde 1860, tendo iniciado com o nome de Lost e Starving Dogs in Holloway. Em 1863 passou também a recolher gatos e 11 anos depois foi que se mudou para o sul de Battersea. Agora, cento e cinqüenta anos desde sua criação, permanece fiel a um objetivo simples: “Nós nunca desviamos de um cão ou gato que precisam de nossa ajuda”.


Os animais são sempre muito populares e apreciados nos selos de todo o mundo, tanto por colecionadores como também pelas pessoas em geral. Quem também muito presta a atenção nesses selos são as crianças, pois com sua ternura e pureza parecem entender melhor o mundo dos animais. Por esse motivo assim se expressou Julietta Edgar, chefe de selos especiais da Royal Mail; “Temas com animais sempre foram extremamente populares entre colecionadores e não colecionadores, e acho estes, maravilhosos e encantadores com imagens expressivas, são uma ótima maneira de marcar as realizações de Battersea Dogs & Cats Home”.


Através das fotos de animais já acolhidos por novos donos, parecem mostrar a felicidade de ter encontrado um novo lar e uma nova chance de vida. Alguns até fazem pose como se fosse um agradecimento. Essa iniciativa de lançar selos com esses ex-animais de rua é muito louvável, pois serve de incentivo para que outros sejam adotados. Essa idéia poderia ser colocada em prática em vários outros países servindo como uma grande campanha de adoção dos animais que vivem precariamente em abrigos já tão cheios e sem muitos meios para sobreviver. (Fonte: Daily Mail) Leonardo Bezerra


HISTÓRIA

1860 - 1895

1860 - O lar temporário para cães abandonados é estabelecida pela deputada Maria Tealby, em Holloway, ao norte de Londres.

1862 - Charles Dickens escreve um artigo chamado Two Dog em seu jornal de apoio ao novo lar.

1871 - Os movimentos temporários Lar de Battersea, onde permaneceu desde então

1883 - Battersea começa a receber gatos

1895 - No início são utilizadas 32 toneladas de bolachas, 420 litros de leite e recebe 36.873 visitantes

1898 - 1914

1898 - Uma epidemia de raiva em Londres

1904 - A Casa abre aos domingos

1909 - Duas vans a motor e seis puchadas a cavalo são contratados para recolher os animais vadios de Londres

1911 - O Início inicia recolha de cães vadios das estações de polícia de Londres

1914 - 100 cães de trenó estão alojados no local Hackbridge, em preparação para o segundo Ernest Shackleton's Expedição Antártica

1918 - 1979

1918 - Airedale Jack, um cão treinado no Battersea Dog Escola de Guerra, morre na França na linha de frente após a entrega de um fundamento essencial para reforços. Seu batalhão é salvo e Jack recebe um VC póstumo.

1934 - O local em Hackbridge é vendido e Battersea abre um novo local em Bow, leste de Londres

1956 - Queen Elizabeth II se torna o nosso patrono

1960 - Battersea comemora seu centenário

1970 - Beaufort Canis em Battersea é aberto pela Duquesa de Beaufort

1979 - Battersea adquiridos Bell Mead Canis, Old Windsor

1984 - 1998

1984 - O príncipe Michael de Kent assume a presidência da Casa e pela primeira vez completa veterinário é empregado. 20.000 cães e 870 gatos chegam.

1986 - Um novo complexo canil é aberto na Bell Mead Kennels por Sua Majestade a Rainha

1990 - Battersea introduz microchipping

1991 - Tealby Canis é aberto por Sua Majestade a Rainha. A Casa apresenta avaliações comportamentais do cão.

1995 - Battersea detém a primeira reunião anual em Battersea Park. O Departamento de Reabilitação nasce. 9.000 cães e 1, 602 gatos chegam.

1998 - A BBC chega para começar a filmar uma série de documentários.

2000 - 2009

2000 - A BBC retorna ao cinema da série 3. The Lost Dogs & Cats Line é lançado

2002 - Nós mudamos o nosso nome para Battersea Dogs & Cats Casa e relançou o nosso site

2004 - A noite do Red Lurcher é tempo de se tornar mundialmente famoso

2005 - Lançamos o nosso novo logotipo

2007 - A BBC chega novamente para uma nova série, Animal Rescue Live

2008 - We relançar o nosso site novamente

2009 - Começamos a trabalhar no nosso gatil nova marca no nosso site de Londres

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Os animais são inocentes

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Resumo da Declaração Universal dos Direitos dos Animais

A Declaração Universal dos Direitos dos Animais da ONU

01 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.

02 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.

03 - Nenhum animal deve ser maltratado.

04 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.

05 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.

06 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.

07 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.

08 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra o animais.

09 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.

10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender

Os gatos mais caros do mundo

Os animais tem sentimentos...