Gênero: Globicephala
Família: Delfinídeos
Subordem: Odontocetos
Ordem: Cetáceos
Estado: Em risco


Mais uma vez, a tragédia que atinge os humanos, nesse caso as chuvas, atinge também aos animais. Pior ainda, para os animais dos abrigos, pois vivem presos e indefesos a espera de um dono que nunca aparece, e quando aparece só quer saber dos mais bonitos.
Isso foi o que aconteceu de maneira assustadora aos abrigos de animais da região serrana do Rio de Janeiro com as chuvas desde o dia 11vindo a ter seu auge na madrugada do dia 13. As regiões mais afetadas foram Itaipava, Nova Friburgo, Petrópolis e Teresópolis entre outras.
Os protetores da região, além da preocupação em salvar os animais das enchentes ainda viram a maioria de seus abrigos destruídos em cidades que viraram um verdadeiro caos, sem luz, telefone e até mesmo sem celular. Muitos canis foram destruídos pelas chuvas e pelos ventos fortes e muitos animais ficaram gravemente feridos e outros traumatizados.
A região inteira precisa de socorro urgente, medicamentos, alimentos para os animais e até mesmo pessoas que possam ajudar a reconstruir tudo que foi destruído.
O fenômeno das enchentes só tem piorado a cada ano. Isso se deve não só pelas mudanças climáticas a nível mundial, mas também a nível local. As cidades totalmente impermeáveis com asfalto por todos os lados, os bueiros além de inadequados para a quantidade de água, quase sempre entupidos pelo lixo que as pessoas fazem questão de jogar na rua. As construções em barrancos e o desmatamento de toda a região em torno das cidades provocam erosão, enchentes com o transbordamento dos rios que invadem as cidades provocando grandes tragédias.
Não só as pessoas sofrem as conseqüências de tudo isso, também os animais de rua que de uma hora para outra se vêem ilhados por uma enchente e outros até mesmo levados pelas águas. O inusitado dessa vez é que as chuvas atingiram diretamente os abrigos de animais provocando todo esse sofrimento, como se não bastasse a triste vida que eles levam e o desespero de seus mantenedores, verdadeiros heróis anônimos, que muitas vezes passam necessidades pessoais para não deixar faltar nada aos animais.
Só resta então, ao resto da sociedade, ou pelo menos para aqueles que ainda tem sentimentos e amor aos animais, nessa hora de reconstrução, ajudar da melhor forma possível com o envio de medicamentos, ração e dinheiro para todas as organizações das regiões atingidas. Leonardo Bezerra

A KENNEL VIP ICARAÍ está recebendo doações de alimentos não perecíveis e prod de higiene! Ração e medicamentos p/ os cães do Abrigo da Serra
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São muitas as histórias de fidelidade dos cães por seus donos. A história de Hachiko, um cão da raça Akita por seu dono é uma das mais antigas. Contada inúmeras vezes por muitos meios e inspiradora de filmes, hoje, fica até difícil de contar a história, pois sempre difere um pouco de uma fonte para outra. Como sempre, o meio mais inseguro é o filme que foge bastante da realidade para criar dramatismo. Entretanto, pode-se resumir a história da maneira mais acertada possível, pois o que fica da bela história é a extrema fidelidade de Hachiko por seu dono.Hachiko nasceu em novembro de 1923 e foi enviado à casa de Eizaburo Ueno, que morava num subúrbio de Tókio próximo da estação de trem Shibuya, pois o mesmo sempre sonhara em ter um cão da raça Akita. Conforme o cão ia crescendo, também crescia a amizade e o amor entre os dois de forma que o cão costumava acompanha-lo até a estação de trem e a tarde por volta das quatro horas, guiado por uma espécie de relógio interno, ia esperá-lo para voltarem juntos para casa. Isso virou uma rotina visto por todas as pessoas do local.

Essa rotina durou até o dia 21 de maio de 1925, quando então Hachiko tinha um ano e meio. Nesse dia o cão ficou esperando na estação, mas seu dono não voltou. Tinha sofrido um derrame fatal na universidade onde trabalhava e morrera.
Depois da morte de seu dono, ao que parece os parentes continuaram a cuidar do cão, mas ele todos os dias seguia sua rotina de ir esperar seu dono na estação. Isto foi notado não apenas pelos parentes, mas também pelos vendedores da estação que já conheciam o professor e seu cão.

Essa rotina observada por todos durou dez anos, mas exatamente até o dia 7 de março de 1934 quando o cão já tinha 11 anos. Foi encontrado morto no mesmo lugar onde costurava esperar por seu dono durante todos esses anos.

Dois anos antes de sua morte o cão ficara famoso quando sua história foi contada pelos jornais japoneses. Isso praticamente salvou essa raça da extinção, pois na época só restavam 30 animais. Com a fama do cão e seu exemplo de amizade e lealdade, virou uma espécie de febre, e todos queriam um cão da raça Akita.

Em 1934, em homenagem a Hachiko, foi colocada uma pequena estátua de bronze na estação Shibuya, no local onde ele morreu. Infelizmente durante a Segunda Guerra Mundial, todas as estátuas foram confiscadas e derretidas, inclusive a de Hachiko. Somente em 1948 quando tudo já tinha voltado à normalidade é que o filho do escultor da estátua original foi contratado para criar uma réplica da anterior, que foi colocada no mesmo local. Assim, quem passa pela estação de Shibuya pode ver a bela estátua, símbolo de lealdade de um cão por seu dono. É uma história bela que jamais deve ser esquecida. Representa essa força desconhecida que une os animais às pessoas numa convivência de amor e lealdade que por parte dos cães é sem dúvidas, incondicional. Leonardo Bezerra
Veja trecho do filme que mais se aproxima da realidade

Por que tentar tal parceria? Para fazer música que pode ser feito de outra forma. Como um músico de jazz Eu sei como é bom tocar com um músico que não pode falar a minha língua, mas pode perceber o sentido das minhas músicas quando eu toco junto com a elas. É espantoso perceber que isso também pode ser trabalhado com outras espécies, desde pássaros, insetos. Mesmo com as baleias jubarte, o animal com a mais longa música, mais comovente do mundo natural, um som que pode ser ouvido a partir de submarinos a dez milhas de distância, uma música com melodias claras, frases, ritmos e as peças que leva a baleia 20 minutos para cantar antes de começar o ciclo novamente, em performances que podem durar até 23 horas.
Sobre o Autor: David RothenbergA Declaração Universal dos Direitos dos Animais da ONU
01 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
02 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
03 - Nenhum animal deve ser maltratado.
04 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
05 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.
06 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
07 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
08 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra o animais.
09 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender
Estes são os números de animais mortos no mundo pelas indústrias da carne, leite e ovos, desde que você entrou nesse jornal. Esse painel não inclui os bilhões de peixes e animais marinhos mortos anualmente.
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2009 ·JORNAL DEFESA DOS ANIMAIS by TNB