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MANIFESTAÇÕES EM TODO O MUNDO CONTRA A PRISÃO DE ATIVISTAS PELOS DIREITOS DOS ANIMAIS NA ESPANHA

27/06/2011

O mundo mostrou que está unido, pelo menos no que se refere ao apoio aos defensores dos animais. Manifestações em protestos contra a prisão dos 12 ativistas pelos direitos dos animais presos na Espanha na semana passada se alastraram por todo o mundo, mostrando que os ativistas pelos direitos dos animais não estão só.

Aqui no Brasil, desde quinta feira a noite quando recebemos um telefonema do colega Jonás Amadeo Lucas, do Igualdad Animal, da Espanha, pusemo-nos imediatamente em ação. Já no programa Sexta Musical, que foi ao ar ainda na quinta a noite, iniciamos uma campanha contra a prisão dos colegas ativistas. Passamos todos os dias seguintes escrevendo inúmeros e-mails, questionando através de fóruns, entrando em contato através das redes sociais, em busca de apoio e protestos contra as prisões.

Na verdade decorridos todos esses dias de luta, ficamos extremamente decepcionados com os brasileiros. Ficamos mesmo muito tristes, chocados com a falta de solidariedade, uma vergonha para um povo que se diz unido.

Preferimos acreditar que o feriado prolongado tenha influenciado na falta de apoio. Ainda não queremos acreditar que os brasileiros sejam assim tão indiferentes.

Acreditamos que ainda dá tempo para reparar, já que o feriado já passou. Assim, aqui estamos, desesperados mesmo, esperando o apoio de todos. Como alguém pode se dizer ativista ou defensor dos animais quando pode fazer um simples ato, sem mesmo sair de casa, bastando escrever umas linhas, e mesmo assim não o faz?

De toda maneira não desistimos. Pelo menos, desse Brasil imenso, mesmo que ninguém diga uma só palavra, o Jornal Defesa dos Animais e a Rádio Defesa dos Animais, não esqueceram desses companheiros, que nem conhecemos pessoalmente, mas conhecemos de coração, que é o mesmo nosso. Um coração de amor pelos animais.

Aqui deixamos nosso e-mail e nosso telefone para quem quiser deixar uma mensagem para nossos colegas espanhóis (não desistimos nunca). jornalanimais@gmail.com Fone: 9410-6103

Todas as mensagens recebidas serão divulgadas aqui pelo Jornal, pela Rádio Defesa dos Animais e serão enviadas por e-mail aos colegas espanhóis do Igualdad Animal.


Link aqui para assinar a petição pela liberdade dos colegas ativistas espanhois

As fotos abaixo, que nos foi enviado pelo nosso parceiro EVANA, mostra o que havíamos sonhado que ocorresse por aqui, mas isso foi em Paris. Leonardo Bezerra
















PROTESTOS CONTRA PRISÃO DE ATIVISTAS DOS DIREITOS DOS ANIMAIS NA ESPANHA

24/06/2011

Em ação arbitrária e sem fundamentos, polícia espanhola prende 12 ativistas da causa animal e os acusam de crimes muito distantes daquilo que realmente fizeram. Simples atos em defesa da vida são taxados de terrorismo e coloca toda a comunidade dos defensores como se fossem pessoas da pior espécie, quando é justamente o contrário. Ninguém anda se preocupando com um simples animal preso e condenado a uma morte certa e cruel a não ser essas pessoas maravilhosas e inigualáveis, que são os defensores dos animais. E são justamente estes que estão agora presos e acusados.


O Jornal Defesa dos Animais e a Rádio Defesa dos Animais iniciaram protestos pela libertação dos colegas presos e convida todos os seus leitores, amigos e ouvintes para se manifestarem a respeito com protestos de rua, enviando e-mail para as Embaixadas da Espanha e tudo o mais que puderem fazer. Não podemos ficar indiferentes pois defender os animais não é crime. Mesmo porque as pessoas que estão presas são pessoas pacíficas que nunca causaram nenhum dano a ninguém.


Conheça melhor o assunto aqui através do texto traduzido do site do Igualdad Animal para você ter meios para fazer seu protesto.


Detidos 12 militantes de organizações dos direitos dos animais e Igualdad Animal


Os detidos, acusados ​​de crimes de roubo, danos e formação de quadrilha, negam a "existência como tal" da Frente de Libertação Animal, como foi alegado pela Guardia Civil. "Nós fomos tomados como um bode expiatório para criminalizar o movimento".


A Guarda Civil prendeu doze pessoas  , oito delas, pelo menos, pertencentes ao movimento espanhol- Igualdad Animal do qual são acusados ​​de supostos crimes de roubo, danos e formação de quadrilha. As prisões, ordenadas pelo Tribunal de Justiça por um magistrado, em Santiago de Compostela, que coordena as investigações  tiveram lugar em Euskadi, Madrid, Astúrias e Galicia , para cuja capital estão sendo transferidos os presos.

A Guarda Civil descreveu os detentos como  "ambientalistas radicais que fazem parte do ramo espanhol da Frente de Libertação Animal" , embora Igualdad Animal, uma associação a qual pertencem três dos detidos, deixou claro que eles não têm nada ver com as libertações de visões realizadas na Galicia nos últimos anos e que poderia mudar a origem da investigação.

"A Frente de Libertação Animal não existe como tal, não é um grupo organizado com hierarquia, alguém vai para um lugar e liberta animais, arriscando a sua liberdade para dar aos outros de forma pacífica", disse Javier Moreno, porta-voz Igualdad Animal. De acordo com seu advogado, o ativista pelos direitos dos animais está na busca e apreensão , mas deixou claro que irá para a Guarda Civil nas próximas horas.

A Guarda Civil, que se distanciou do conceito de "eco-terrorismo" que alguns meios de comunicação têm sido usados ​​para se referir aos crimes alegados, acaba de acrescentar mais informações sobre as investigações."Não temos dados porque eles estão trabalhando agora", dizem fontes da Guarda Civil.

"Como eles não têm ninguém para incriminar pela libertação de visões prenderam vários membros da Igualdad Animal e na  tentativa de criminalizar o movimento dos direitos dos animais , como em outros países europeus. lobbies da exploração animal e poderosas multinacionais querem parar o movimento animal que está agora a atingindo a Espanha e a repressão ", queixou-se Moreno, que chamou de" sensacional "o termo" eco-terrorismo ".

O porta-voz da Igualdade Animal disse que sua associação é legal e não causaram danos durante as suas investigações para a indústria de peles. "Nós fomos tomados como um bode expiatório e nos acusam de crimes que não cometemos. Fizemos libertações de visões, mas temos falado publicamente contra a indústria de peles e ambientalistas, que são marcados como terroristas ambientais", diz Moreno.

Igualdade Animal e outras associações espanholas de direitos dos animais praticaram nos últimos anos "libertação simbólica"  (uma ou um pequeno número de animais), gravação de atos contra fazendas e estabelecimentos comerciais e a indústria da carne e da pele abertamente e identificados com camisetas com os nomes de suas organizações.

Igualdad Animal

Concentrações em solidariedade com os 12 ativistas detidos e Igualdad Animal e Equanimal da Espanha

Organizações dos Direitos dos Animais,  Igualdad Animal  e Equanimal , convocaram para   quinta - feira 23 de junho , várias concentrações as  19:00 horas , nas delegações do governo das cidades de Madrid, Barcelona, ​​Sevilha, Granada e os Tribunais Santiago de Compostela , em repúdio à injustas  prisões e buscas domiciliares dos doze ativistas, realizada pela Guarda Civil na quarta feira. Nessas concentrações estão se unindo, completamente favorável e espontânea, as concentrações em outras cidades da Espanha Bilbao, Valencia, Vitoria, Palma de Mallorca, Salamanca, Zaragoza, Ilhas Canárias e também em cidades de outros países, como Toronto, Milão, Bruxelas, Haia, Santiago de Chile, Praga, Nova York, Washington DC, San Francisco, Lima, Buenos Aires, Londres, Varsóvia.

Eles querem mostrar forte desacordo com estas prisões e  acusações injustas . Nenhum dos detidos tenham participado em qualquer liberação de milhares de visões, ou causado desordem pública. Ambas as organizações, sem fins lucrativos, legalmente constituídas, estão conjunto e solidariamente, são um reflexo da  crescente conscientização  por parte da sociedade em termos de bem-estar animal que está em causa.

Nessas concentrações, eles irão mostrar apoio a ativistas presos de  uma forma pacífica , mostrando sinais de  vítimas reais da indústria de pele: os animais . Porque o movimento pelos direitos animais é totalmente pacífica, unido e acredita na  não-violência .

Com profundidade significativa na sociedade, ambas as organizações têm a denunciar as atrocidades, prisão e assassinatos de mais de 300.000 minks  anualmente, pela indústria de couro espanhol. Com este tipo de medidas de detenção e  execução , lobbies agrícolas animal e poderosas multinacionais  querem parar o movimento animal na Espanha , não tem ninguém para cobrar a libertação de visões. 
Igualdad Animal

Bem, aqui em São Paulo, A Rádio Defesa dos Animais e o Jornal Defesa dos Animais, estão desde quinta feira 19 horas também em campanha a favor da libertação de nossos companheiros espanhóis pela libertação dos animais.

Aqui fazemos um apelo a todas as ongs e meios em defesa dos animais que iniciem também um protesto neste sentido. Rogamos as ONGS que tem movimento de rua, que iniciem nas ruas também um protesto pela libertação de nossos colegas espanhóis. A idéia é que estas manifestações sejam feitas em Frente à embaixada da Espanha Aqui em São Paulo. Leonardo Bezerra

Igualdad Animal en el programa Lauren Verslaat de la televisión holandesa - Investigación y Rescate from Igualdad Animal TV on Vimeo.


ENSINANDO SOBRE OS DIREITOS ANIMAIS E O NICHO URBANO

16/06/2011

O professor de Biologia tem diversas ferramentas para ensinar de modo prático e interessante diversas noções sobre os direitos animais. Na sala de aula, na moderna pedagogia de se entender o contexto do aluno, procuro fazê-lo se interessar pela sua urbanidade, que chamo de “nicho urbano”, usando um conceito ecológico. 

Dentro dessa perspectiva, os animais domésticos acabam fazendo parte natural do entendimento dos alunos. O que na maior parte das aulas de Biologia isso não acontece. Por experiência própria, os professores tendem a considerar apenas o meio ambiente como um todo, negligenciando alguns pontos entre eles os animais domésticos. É importante que o ambiente urbano e com ele os animais. domésticos sejam considerados dentro da educação ambiental.

Não  podemos apenas falar em economizar água, apagar a luz em casa, mas esquecer que existem indústrias gastando muita água para produzir diversos produtos e que a pecuária é uma das mais poluentes “indústrias da morte” em todos os sentidos. A pecuária também consome muita água em todo seu processo, mas qual professor está preparado para falar isso em sala de aula?

Uma aluna me confessou que um professor fez uma piada maldosa quando ela contou ser vegetariana. Esse fato demonstra que o professor muitas vezes não só necessita de preparo técnico (estudar o que ensina, se atualizar) como ainda necessita de polidez, trato, respeito até. Respeito por si e pelo outro: O Brasil carrega ainda uma mentalidade de baixa estima que se reflete em sala de aula, seja nos professores, seja nos alunos.

Ainda há comparação entre alunos, falta de interesse na matéria, ridicularização da educação. O professor não precisa assumir toda a responsabilidade por todos os problemas educacionais  mas, pelas minhas observações, falta incentivo para que os professores se atualizem constantemente, evitando que a escola permaneça como está: muita teoria e blá blá blá sobre o assunto e pouca mudança na prática. Minha intervenção em sala de aula acontece quando levo para eles um mundo diferente, mas que está na porta de cada uma de nossas casas: a negligência do animal humano com outros animais.

Quando eles assistem um documentário “chocante” na opinião deles, na verdade eles estão entrando em contato com um mundo que não está distante, está aí acontecendo, mas poucos sabem ou se interessam em saber. Outros âmbitos também podem ser interligados: Fala-se tanto em sala de aula sobre a reciclagem, mas quem recicla? O Brasil e seus políticos que até hoje se revelam boa parte das vezes corruptos, são eleitos pelo povo, é o espelho do povo. Como eles gastam as finanças públicas? Como eles empregam o nosso dinheiro? Uma análise rasteira sobre o assunto nos mostra o seguinte: os bens públicos são desperdiçados e desviados de seus objetivos de uma maneira assombrosa.

Uma licitação, e já são gastos milhões em baldes de tinta, em papel, em merenda escolar, que depois irão apodrecer, mofar, sobrar e virar sucata. Isso deve ser ensinado em sala de aula. O professor deve mostrar onde está sendo empregue nosso dinheiro e como o aluno pode pesquisar sobre isso. Não apenas nas aulas de matemática (se é que algum professor de matemática já deu essa aula).

A morte de animais de rua é financiada com o dinheiro de quem? O professor de Biologia tem a obrigação de ensinar sobre o quanto a pecuária contribui para o aquecimento global, sobre o uso de animais em pesquisas científicas de resultado muitas vezes duvidoso, sobre a fragilidade da ciência e sua eventual ligação com a indústria do que quer que seja: de fármacos, da beleza, ou da criação de cobaias e aparatos para testes em animais. Uma boa sugestão de aula que deixa os alunos interessados e fascinados com o mundo em que eles vivem. Ellen Augusta

O MILIONÁRIO E CRUEL COMÉRCIO DE PELES DE CHINCHILAS EM SÃO PAULO

03/06/2011

Um comercio milionário e cruel. O comercio de quem lida com a morte de milhares de chinchilas para preencher a vaidade de pessoas vazias de coração e de alma, pessoas que usam casacos feitos das peles de criaturas belas e inocentes que nasceram não para gozar a vida, mas sim para gerar milhões para uns e status para outros. Por incrível que pareça isto acontece aqui mesmo em São Paulo numa época em que não se justifica mais a morte de animais para vestimenta dos humanos, já que existem hoje milhares de produtos vegetais destinados à indústria da confecção.

O que atrai gente comodista que nada mais tem que fazer senão esperar a chinchila crescer para assassiná-la e arrancar sua pele é o infame comercio dos casacos de peles com um preço de US$ 70 mil por casaco, podendo chegar até o chamado tops no valor de US$ 180 mil, é um atrativo muito forte principalmente para quem não tem escrúpulos e anda longe da palavra ética.

O pior de tudo é que para a confecção do casaco milionário são necessárias muitas chinchilas, pois estas medem entre 25 e 30 centímetros e pesam em média 800 gramas.
O que pouca gente sabe é que o Brasil é o segundo maior exportador de peles desses animais perdendo apenas para a Argentina, chegando a exportar por ano de 40 a 50 mil peles. Alguns criadouros estão mesmo aqui em São Paulo, reduto dos defensores dos animais, que pelo visto desconhecem o assunto do contrário já teriam se manifestado de forma mais ostensiva contra esta prática, mesmo porque a mesma não é fiscalizada por nenhum órgão. Segundo reportagem recente do Diário de São Paulo, o IBAMA diz não se responsabilizar, pois sua jurisdição abrange apenas os animais silvestres e o Ministério da Agricultura é responsável apenas pela inspeção industrial e sanitária de produtos comestíveis de origem animal. Sendo assim, os defensores não tem a quem recorrer e os criadores fazem a festa.

Atualmente a maioria dos criadores está no Rio Grande do Sul, em torno de 40% deles. Os outros estão na Região Sudeste, inclusive aqui mesmo em São Paulo. Os compradores vem da Croácia e do Canadá, mas a maioria da produção tem como comprador a China. Isto não era de estranhar, pois sempre que se fala de algum tipo de crueldade praticada com os animais a China nunca pode faltar.

Além das infelizes que tem como destino certo a morte, há ainda criações para vendas dos animais como animais domésticos chegando a alcançar um preço em torno de R$ 100,00 nos pet chops. Estas pelo menos tem alguma chance de sobrevivência mesmo em precárias condições de uma gaiola em algum apartamento.

Durante sua criação as chinchilas são bem tratadas por puro interesse em sua pele, mesmo porque quando não bem tratadas elas costumam arrancar o pêlo, o que seria prejudicial para seu aproveitamento. São mantidas em temperaturas entre 18º e 22ºC, recebem alimentação adequada uma vez por dia. São criadas em gaiolas individuais. Como são muito parecidas, há identificação de cores vermelha para fêmeas e azul para machos. Nas gaiolas há maravalha, uma espécie de serragem e é jogado carbonato de cálcio que elas usam para se esfregar e limpar o pêlo.

A chinchila costuma ter quatro filhotes que ficam com as mães por 45 dias enquanto são amamentados. Passados 111 dias, que é o tempo de maturação para sua pele, os animais são escolhidos para sua morte de acordo com a qualidade de seu pelo que é testado através do sopro do avaliador que ao soprar o pelo verifica a cor, altura, pigmentação da pele, etc. Os criadores alegam que para mata-las são antes anestesiadas com 0,5 ml de anestésico e depois lhes dão um torção no pescoço que as mata. Mas certamente isso não ocorre, já que não há nenhuma fiscalização. Mesmo um criador visitado pelo Diário de São Paulo, que se dispôs a falar sobre este assunto, na hora de mostrar o procedimento, recusou-se. Ao que parece, essa conversa de anestesia é fantasia para enganar os defensores dos animais.

É muito triste verificarmos a que ponto chegaram os seres humanos. Reproduzindo a vida em total confinamento, sem estes animais terem a mínima chance de desfrutar da natureza. Sempre presas numa gaiola minúscula durante sua curta vida pelo único erro de terem um pelo belo que desperta a cobiça humana, principalmente daqueles ávidos por dinheiro e de outros que para esconder sua feiúra e miséria interior, tem que se disfarçar num casaco de pele pouco se importando com o sofrimento, com a dor e a miséria de seres tão belos, tão simples e inofensivos.

Aos defensores dos animais de todo o mundo, e agora em especial os de São Paulo e do Brasil, cabe denunciar, protestar e jamais ficar indiferentes diante dessa maldade tremenda contra os animais. É muito estranho que um país que tenha assinado a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, que tem leis de proteção aos animais, tenha que conviver com estas atrocidades e deixar impune e legalizado esse tipo de comercio que de nenhuma forma pode ser admissível para um povo civilizado que há milênios deixou de necessitar do uso de peles de animais, e que se diz a favor da vida, contra a exploração dos animais e por ai afora. Se esse comercio continuar, assim como o comercio da carne e de outros sacrifícios de animais, o discurso de quem prega a paz, a ética e a civilidade é vazio e não passa de hipocrisia. Assim, chegou o momento de quem tem o poder e se diz ético, mostrar que realmente o é, pois ética e matança de animais por dinheiro não combinam. (Fonte: Diário de São Paulo) Leonardo Bezerra

SERÁ QUE A HUMANIDADE SE TORNARÁ VEGETARIANA?

23/05/2011

A humanidade se tornará vegetariana? Está é uma afirmação que encontra muitos opositores. Uns, porque preferem o comodismo. Algo assim como: Por que mexer em algo que já está determinado? Outros porque têm interesses diretos no consumo de carnes, como o comércio e milhares de empregos da indústria alimentícia da carne e derivados.

A história da humanidade sempre foi assim, ligada ao comodismo e tradições equivocadas. É muito cômodo seguir a corrente mesmo sabendo que esta não é correta. É mais fácil calar. Evitam-se inimigos, promove a paz. Mas não a paz interior. Aquele que cala é amigo dos de fora, mas inimigo de si mesmo, pois não tem coragem de dizer o que pensa.

Para se entender melhor esse grande paradigma do uso de carnes, que se apresenta cada vez mais discutido em nosso tempo, vamos tomar como exemplos dois grandes inimigos da história da humanidade e que por muito tempo provocaram um verdadeiro desastre social. Um deles envolvendo a ética e a moral, que é a escravidão de seres humanos, enraizada durante milênios e que veio terminar somente no final do século dezenove, isto na maioria.

Outro exemplo do qual podemos nos valer é ligado diretamente à saúde pessoal e pública. Trata-se do fim do tabagismo, ainda não totalmente atingido. Tanto um quanto outro estão ligados ao fim do consumo de carne, pois tal consumo não é ético, como não era a escravidão, e não é saudável como não é o tabagismo.
Tanto com relação ao tabagismo quanto à escravidão, a humanidade levou milhares de anos para perceber o grave erro dessas duas práticas assim como continua demorando milhares de anos para perceber o tremendo erro do consumo de carnes.

Escravidão e tabagismo, duas pragas criadas e mantidas com mãos de ferro pelos interesses humanos nas riquezas que daí derivam uma passando por cima de toda a moral e a ética, caridade, bondade, humanismo e tudo o mais que unem os seres humanos, outra atropelando a saúde dos milhares de pessoas. Os ganhos advindos desses meios nefastos não foram maiores que os prejuízos que eles causaram. Por um lado, tornando as pessoas insensíveis ao sofrimento alheio desde a infância. Por outro, tornando as pessoas doentes e provocando-lhes morte horrível e precoce.

Falar contra tabagismo agora é fácil. Mas por exemplo na década de 50 ou 60 se alguém ousasse criticar ou for contra essa prática certamente seria tido no mínimo como um ante-social ou paranóico. Isto porque era moda, assim como hoje é moda churrascaria e lanchonetes de hamburguês. Os artistas fumavam com elegância. Entre homens, símbolo de masculinidade. Entre mulheres representava a emancipação, o futuro igualitário.

A escravidão era ainda pior. Ninguém se atrevia a discutir. As leis a defendiam e a igreja calava como se de seres humanos não se tratasse. E assim os séculos iam passando e as crianças aprendiam que tudo isso era normal. O mesmo que hoje aprendem sobre o consumo de carne. Ninguém tem coragem de explicar-lhes que por trás de cada bife há uma vida que sofreu tudo aquilo que os órgãos dos sentidos conseguem transmitir, fome, sede, frio, medo, dor e finalmente a morte, apenas para que alguém que possui milhares de outras fontes alimentícias possa saborear um bife. Ninguém lhes explica que este é o sabor do sacrifício e da dor terrível enfrentada por uma vida que nada fez de errado para merecer isto.

Só com os erros é que se aprende. É o que muito bem se pode dizer tanto sobre a escravidão quanto ao tabagismo. Foram necessários milhões de vidas para que finalmente a humanidade percebesse a monstruosidade dessas práticas. Quantos milhões ainda serão necessários para que a humanidade perceba o erro do assassinato de animais indefesos? Leonardo Bezerra

QUEM SÃO OS DEFENSORES DOS ANIMAIS E O QUE FAZEM

13/05/2011

No passado, ser um defensor dos animais era tido como uma pessoa careta ou esquisita. Dava a impressão que era uma pessoa que não gostava de gente. Tudo isso mudou. Hoje os defensores estão em todas as camadas sociais e inclusive entre os intelectuais e artistas.


Na verdade há vários tipos de defensores, desde os mais simples que apenas cuidam bem dos animais e se preocupam por eles, até os extremamente radicais que arriscam suas vidas em defesa dos animais como por exemplo o grupo Igualdad Animal da Espanha, o Greenpece, o Sea Shepherd e vários outros. Entretanto todos tem algo em comum, o grande amor pelos animais.

Os defensores mais simples em geral são carnívoros, ainda não perceberam que não combina bem defender um animal enquanto come outros. Mas apesar de tudo, já é um início. Com o tempo e dependendo de várias circunstâncias e por diversos caminhos alguns acabam percebendo que é uma incoerência defender animais enquanto promove sua matança comprando carne. E assim, um dia tomam a grande decisão, não se deve comer carne de quem se defende.

Há um grupo de defensores intermediários. São pessoas que às vezes não tem muito tempo para se dedicar a causa animal, assim, são vegetarianos, tratam bem os animais, lêem sobre os temas de defesa dos animais, mas não tem muito como agir para defendê-los.

Há também um grupo totalmente voltado para a defesa dos animais. Passam o maior tempo possível conforme suas vidas lhes permite, dedicando-se aos animais. Essa dedicação acontece das mais diferentes maneiras. Alguns são bem práticos, saem às ruas para ajudar os animais, fazem regate, denunciam, cuidam, montam unges para abrigar animais e muitas outras atividades práticas. Essas pessoas são as que mais sofrem em suas tarefas em defesa dos animais, pois só encontram barreiras daquelas pessoas que não entendem o sentido de defender os animais. Em muitos casos, conseguem até inimigos.

Um outro grupo cada vez mais importante entre os defensores é um grupo mais intelectual, usam seus conhecimentos técnicos, artísticos ou de formação para ajudar os animais. Por exemplo, há nesse grupo veterinários que poderiam estar comodamente apenas exercendo suas profissões, mas vão mais além, dedicam-se ao salvamento dos animais. Há pessoas com formação que envolve ética, direito, etc. Que usam essas ferramentas para ajudar os animais, escrevendo, divulgando, denunciando e tudo mais. Há também o grupo dos artistas. Usam de seu carisma e de sua arte em defesa dos animais. Aliás, este é o grupo que mais tem crescido nos últimos anos.


Cantores, músicos, atores e muitos outros aderem à causa animal e usam de sua influência junta ao público para passar uma mensagem positiva contra a exploração dos animais. 

A maior ONG do mundo, o peta, há muito descobriu que o melhor meio para passar uma mensagem em defesa dos animais ao grande público é justamente usando pessoas queridas e até adoradas pelo público, ou seja, os artistas. E neste aspecto tem obtido enorme sucesso, motivando milhões de pessoas a cada ano a um melhor entendimento sobre os animais. Muitas pessoas passam a defender os animais apenas porque seus ídolos assim o fazem, outras, porque acham que se um grande astro fala a favor de uma causa, vale a pena pesquisar um pouco e ver do que se trata. De toda maneira acaba aderindo à causa, pois não há quem não pesquisa sobre direitos e defesa dos animais que logo não se convença de que deve mudar de atitude radicalmente e passar a defender os animais.


A defesa dos animais é uma causa lógica. Não há como fugir. Basta ter um mínimo de inteligência e boa vontade. Em meia hora de pesquisa séria e reflexão qualquer pessoa inteligente se dá conta do grande erro que vinha cometendo durante toda sua vida, o erro de considerar os animais como meros objetos, como produtos ou alimentos.

Os vegetarianos e veganos. Um grupo que pode ser dividido em duas partes, aqueles que primeiro se tornaram defensores dos animais e em seguida perceberam que seria uma verdadeira hipocrisia defende-los e ao mesmo tempo come-los e, portanto a solução seria ser vegetariano em defesa dos animais, e um outro grupo que primeiro se tornou vegetariano pensando em si, ou seja, um corpo saudável, longe das doenças, longevidade, etc. Mas que depois vieram a descobrir que vegetarianismo tem tudo a ver com a defesa dos animais, e a partir de então passaram a se dedicar à causa dos animais.

Os defensores dos animais, apesar da modernidade dos meios que usam e da evolução da ética, ainda encontram muitas barreiras e inimigos. A principal delas é a tradição. Alguém no passado inventou determinado procedimento, como por exemplo, o famoso churrasco, ou qualquer outra coisa do gênero que tenha a ver com os animais. A partir daí isso vai passando de geração para geração e ninguém tem coragem de dar um basta. Assim, sobre para os defensores dos animais, a árdua tarefa de dar um basta em muitas tradições, e claro que isso exige muita luta, é quebrar toda uma corrente, todo um pensamento enraizado nas pessoas, passado de pai para filho. Dizer a alguém que deve abolir o churrasco ou a tourada ou a pescaria em defesa dos animais não é tarefa fácil, o defensor não está enfrentando apenas uma pessoa, mas milhares que praticam a mesma atividade e até as gerações passadas que impingiram tais tradições.

Ainda um outro inimigo de peso que o defensor enfrenta é a indústria animal. A indústria não usa apenas a parte material dos animais como a carne, a pele e outros produtos. Usa de uma ferramenta muito difícil de ser combatida, usa a propaganda a fazer de seus produtos. Faz com que os produtos derivados de animais pareçam indispensáveis e maravilhosos. Causa nas pessoas a impressão de que é totalmente impossível viver sem eles. Ao mesmo tempo, essa indústria que usa os animais é rica e poderosa possuindo meios para combater os defensores.
Ultimamente o que muito tem ajudado as pessoas que defendem os animais são os meios modernos de comunicação, sobretudo a internet. Grandes exemplos pudemos ver recentemente quando milhares de pessoas se uniram através de e-mails, sites de relacionamentos, blogs, sites e tudo o mais para tentar dar um basta na poderosa indústria que usa peles de animais. Os resultados foram excelentes, essas pessoas unidas conseguiram dobrar as poderosas marcas que usam peles, fazendo-as voltar atrás, dar esclarecimentos e até pedir desculpas.

Assim, as grandes ferramentas modernas para quem pretende defender os animais são duas, os meios principalmente com o uso da Internet e a união. Hoje, um defensor isolado não consegue nada. A solução é a união. Assim, aqui recomendamos que entre para algum grupo em defesa dos animais, acompanhe os sites, blogs, e páginas dedicadas a estes temas. Leonardo Bezerra

O COMÉRCIO ILEGAL DE CAVALOS MARINHOS NO BRASIL E NO MUNDO

02/05/2011


O cavalo marinho é um dos animais mais belos e diferentes da natureza. É uma espécie de peixe que nada na vertical e tem alguma semelhança com um cavalo, por isso recebe este nome. É um animal fascinante e por tal motivo vítima do maior predador da natureza, o homem. São vendidos vivos para aquários, e mortos para souvenirs como chaveiros e outras coisas. Como não poderia deixar de ser, o maior mercado desses animais é praticado pelos chineses que chegam a comercializar 20 milhões desses animais por ano.

O cavalo marinho além de ser belo, possui algumas características tão diferentes dos outros animais que por isso mesmo chama a atenção. Igual aos camaleões, pode mudar de cor conforme o ambiente onde estão. Também conseguem girar os olhos independentes um do outro. Outra característica é que os machos é que são responsáveis pela reprodução.
O cavalo marinho é um gênero de peixe pertencente à família Syngnathidae. Vive em águas temperadas e tropicais. Tem uma cabeça alongada e uns filamentos que lembram à crina de um cavalo. A semelhança fica ainda mais acentuada pelo fato do animal nadar na vertical.

Como se não bastassem todas essas características que o torna muito exótico, a sua reprodução é também extraordinária. Os ovos postos pela fêmea são fertilizados pelo macho que os mantém numa bolsa na base de sua cauda. Depois de dois meses os filhotes estão prontos. Assim o macho realiza uma série de contorções para expelir os filhotes. Estes já nascem prontos e independentes dos pais. A primeira coisa que fazem é subir à superfície para encher suas bolsas de ar para ter equilíbrio na água. Apesar de frágeis já são totalmente independentes dos pais.

Os cavalos marinhos estão distribuídos em cerca de 30 espécies que vivem em águas rasas das regiões temperadas, e como não se movimentam muito, ficam sempre esperando que seu alimento passe nas proximidades, isto infelizmente facilita a coleta e exploração desses animais pelos humanos. Apesar de usarem uma camuflagem perfeita, como mudar de cor, devido à pesca em grande escala corre o risco de extinção.

Como já foi mencionado, a China e o mercado asiático em geral são os grandes responsáveis pela comercialização. São usados no preparo de produtos medicinais pelos chineses, indonésios, filipinos e outros grupos num total de 39 países. Além da venda indiscriminada em forma de souvenirs ou para criação em aquários.

O fato que torna este animal bastante procurado por pessoas que tem como hobby o aquário, além de sua beleza é que o animal em cativeiro dura pouco, praticamente 100% deles morre por ser bastante sensível e pelos donos de aquários não terem conhecimentos nem equipamentos apropriados. Assim a reposição desses animais é freqüente o que torna sua procura no comercio bastante grande, sem contar que seu preço é mínimo. O maior mercado importador desses animais são os Estados Unidos e Europa, devido à distância de seu habitat natural até o consumidor final, quando vivos, isto já é um fator alarmante para um animal tão sensível.

Comercio de cavalos marinhos no Brasil

Por incrível que pareça até no Brasil se comercializa cavalos marinhos, não os vindo da China como ocorre em outros países, mas daqui mesmo. O IBAMA só permite 250 exemplares para exportação por ano quando tirados da natureza, mas no caso de quando são reproduzidos em aquários o número não tem limites, e é isto o que vem ocorrendo. Todos os meses 500 cavalos marinhos são exportados do Espírito Santo para Miami. O preço é US$ 13 por exemplar, o que torna esse comercio bastante lucrativo. Isto é só um exemplo, existem centenas de reprodutores por todo o país, quase todos dedicados à exportação, pois é um comercio muito lucrativo que muito atrai aqueles que lidam com a vida como se fosse objeto.

Um outro fator que favorece o comércio ilegal desses animais no Brasil, é que os defensores dos animais em geral pouco falam sobre este tipo de tráfico, a maioria por desconhecimento do assunto. Cabe, portanto, um alerta antes que seja tarde demais como vem acontecendo com várias outras espécies.(Fontes: AquaHobby e O Globo) (Fotos: Reprodução) Leonardo Bezerra


Nem cavalos marinhos escapam da exploração humana

PRINCIPAL MERCADO DE CARNE DE CACHORRO DA CORÉIA DO SUL SERÁ FECHADO

15/04/2011

Um dos pesadelos dos defensores dos animais é saber que na Coréia do Sul comem carne de cachorro e gatos como se fosse qualquer outro alimento. O pior nem é o fato de comê-los, e sim toda a crueldade durante todo o processo de transporte e de abate dos animais. Segundo os coreanos, para que a carne do animal fique macia, ele deve ser morto a pauladas e lentamente, algo terrível e inacreditável que não combina nem com os homens das cavernas.

O principal mercado de carne de cachorro fica na cidade de Moran Sungnam, um verdadeiro cartão postal negro para a Coréia, pois até pessoas que normalmente são indiferentes sobre a causa animal, sentem repulsas e ódio em saber da existência de tal mercado. Agora o governo coreano pretende fechar o referido mercado e construir no local um grande centro de compras, segundo os planos, sem a presença de comércios de carne de cachorro. O mercado é dividido em duas partes, uma externa ao ar livre que acontece a cada cinco dias e outra interna com lojas com vitrines como açougues que ficam abertas todos os dias apresentando a carne dos animais.

Segundo o que testemunhas escrevem em vários sites do ocidente, cães e gatos são transportados em gaiolas apertadas, sem comida, água ou quaisquer cuidados. Os animais são atirados para fora dos caminhões como se fossem fardos de mercadorias. Para o abate são praticadas as táticas mais cruéis; alguns são eletrocutados, outros mortos a pauladas e alguns até fervidos vivos.

Há muita esperança de que estes atos terríveis cheguem ao fim com a desativação do mercado e a construção de um complexo de lojas e apartamentos no local. Autoridades de Sungnam tem como posição oficial que não serão permitidos mais o comercio de carnes de cães no novo complexo. Os comerciantes de carne estão se organizando para restabelecer seu comercio e é provável que se após as obras, previstas para 2014, não conseguirem ficar no mercado novo, outros locais serão escolhidos. Para mudar essa mentalidade não adianta demolir mercados, tem que demolir a maldade, crueldade e miséria que há no coração dessas pessoas que de humanos não tem nada e de animal menos ainda, pois os animais não praticam tais barbarismos.
Após a leitura deste artigo e muitos outros semelhantes, além da visão dos vídeos aqui disponíveis, muitas pessoas ocidentais ficarão escandalizadas, mas cabe um alerta: Será que de uma maneira sutil e discreta não fazem o mesmo, mudando apenas de animal? O que você vai almoçar hoje? Então, nenhum ocidental que come carne, e assim, apóia a terrível indústria da matança de animais pode falar nada nem criticar, pois seria no mínimo uma tremenda de uma hipocrisia, assim é melhor ficar quieto e concordar que por aqui as coisas não são muito diferentes, pois a morte é cruel tanto para um cão quanto para uma galinha ou um boi. 

Assim, quem concordar que tudo isso é terrível e não deve existir o primeiro passo a ser dado é fazer uma profunda reflexão sobre a alimentação a base de carne de onde provem todo o mal contra os animais. É quebrar essa tradição maldita que vem atravessando os séculos tornando o homem a pior das criaturas, pois não sendo por natureza carnívoro, mata e come os animais por puro prazer, para atender melhor o paladar pouco se importando com a dor e a crueldade que há por trás de cada pedacinho de carne que come. Se alguém refletir de verdade e com o coração aberto chegará à conclusão que só há uma solução que é o vegetarianismo, não destruindo assim nenhuma criatura nem propiciando o comercio daqueles que vivem da matança dos animais.

Muitas pessoas, baseadas em seu egoísmo, ficam pensando que ao tornarem-se vegetarianas ficarão doentes ou algo parecido. Para isso os meios modernos oferecem muitas informações e se alguém de verdade tiver paciência para pesquisar sobre o tema, ao final terá uma bela surpresa, verá que os fatos comprovados através da ciência mostram que o lado errado é mesmo o daqueles que comem carne. São esses que terão as mais horríveis doenças, são esses que lotam os hospitais, que envelhecem prematuramente e que morrem cedo além de que passam à vida morrendo de vontade de criticar os coreanos, mas na verdade, nunca poderão fazê-lo, porque no fundo, são muito parecidos. (Fonte: informações básicas: Korean Animals) (Fotos: reprodução) Leonardo Bezerra

Veja o vídeo da Animal Korean


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Resumo da Declaração Universal dos Direitos dos Animais

A Declaração Universal dos Direitos dos Animais da ONU

01 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.

02 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.

03 - Nenhum animal deve ser maltratado.

04 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.

05 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.

06 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.

07 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.

08 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra o animais.

09 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.

10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender

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