DEFESA DOS ANIMAIS

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UMA BELA HISTÓRIA DE AMIZADE ENTRE GATO E CORUJA

12/02/2013


O gato Fum e a coruja Gebra (Foto: Reprodução)
Esta é uma dessas histórias tradicionais e belas que acontecem com os animais. É a história do gato Fum e da coruja Gebra, uma amizade improvável que conquistou o mundo com milhões de acessos pela Internet. É uma história de inocência e de amizade verdadeira que só os animais podem demonstrar.
Por Leonardo Bezerra
Jordí Amenos, um treinador de falcões e aves de caça, de Peñarroya de Tastavins, Espanha, um dia treinava sua coruja Gebra quando percebeu que seu gato Fum brincava de pular para o ar e tentar pegar a coruja em pleno vôo. De início Jordí não gostou da idéia que lhe pareceu muito perigosa. Mas depois constatou que se tratava de uma brincadeira.
Fum e Gebra (Foto: Reprodução)
Com o tempo notou que os dois eram verdadeiros amigos, não só brincavam quando a coruja voava, mas também no solo e manifestavam verdadeira amizade, seguindo um ao outro, o gato se esfregando nas penas da coruja e esta dando-lhe bicadas amistosas.

Será verdade que gato preto dá azar?
Jordí então teve a idéia de filmar essas brincadeiras inusitadas e um dia postou o vídeo no Youtube. Nesse dia teve mil acessos. Mas a surpresa foi grande, pois passados alguns dias já tinha milhões de acessos. Ninguém resistia ao encanto dessas brincadeiras entre animais que na natureza são inimigos.
Fum e Gebra (Foto: Reprodução
Com tanto sucesso, Jordí criou um site onde conta a bela história desses animais e mostra os vídeos de suas brincadeiras. A história é tão interessante que foi filmada por um canal de TV por assinatura contando as várias histórias de amizades aparentemente impossíveis do reino animal. É um belo exemplo para os humanos, que apesar de tão parecidos vivem tão distantes.  


PELO QUINTO ANO CONSECUTIVO, O MÉXICO SE COLOCOU NA "PELE DO TOURO"

04/02/2013

Manifestantes nus em protesto (Foto: Reprodução AnimaNaturalis)

Cidade do México -  No domingo, 3 de fevereiro, no Monumento à Revolução na Cidade do México, centenas de ativistas, nus e ensanguentados, representando a morte e dor sofridos por touros vítimas de touradas no país.

Por AnimaNaturalis

O evento, liderado pelo Dra. Leonora Esquivel Frias, fundadora da International AnimaNaturalis visa chamar a atenção da sociedade, os políticos e os meios de comunicação sobre a necessidade urgente de suprimir espetáculos cruéis e sangrentos em que se tortura um animal até a morte. 


"Na pele do touro" é o protesto maior e mais poderoso contra as touradas e foi o quinto ano consecutivo, no México, com a participação de mais de 1.000 pessoas.

Simultaneamente, aos nus, os ativistas formaram uma parede humana carregando cartazes e slogans emitidos em favor da abolição das touradas. Folhetos também foram distribuídos entre os cidadãos que circulavam na área, com o objectivo de sensibilizar a opinião pública sobre esta importante questão.

O ano de 2012 foi um marco no campo da antitauromaquia no México, em julho, Teocelo Município, Veracruz, tornou-se a primeira demarcação em nosso país a proibir touradas eventos de todos os tipos.

Dra. Leonora Esquivel Frias
O Distrito Federal aprovou recentemente uma alteração ao Código Penal pelo qual o abuso e assassinato de animais de estimação na rua e tem sido uma ofensa criminal. A capital da República tem agora a oportunidade de mostrar o exemplo de progresso no que diz respeito a todos os animais e a luta para acabar com a violência, proibindo touradas. 

"O México é um país marcado pela violência, para torná-lo um show atrasou nossa viagem em direção a uma cultura de paz e respeito à vida outro" , disse a Dra. Leonora Esquivel. A tourada proibida seria um modelo de coerência na luta contra a violência que interessa tanto aos governantes do México.

Além da parcela cada vez maior de ativistas, o ato fez excelente cobertura da mídia e ganhou o apoio do público, demonstrando que o México continua a liderar a luta contra as touradas.
(AnimaNaturalis)

Nova Zelândia quer acabar com os gatos

28/01/2013

Foto: © Flickr.com/fwooper/сс-by

Na Nova Zelândia está em curso uma campanha contra os gatos domésticos. Seu autor é o homem de negócios e filantropo local Gareth Morgan. A iniciativa tem tanto partidários como adversários, mas as vozes destes últimos, a julgar pela reação violenta da opinião pública, são mais fortes.

Por Voz da Rússia

Na Nova Zelândia há muito mais amantes de gatos do que em outros países desenvolvidos – 48% das famílias têm pelo menos um gato em casa.

Explicando a necessidade de sua campanha, Gareth Morgan cita uma série de números. Por causa desses felinos domésticos podem desaparecer 33 espécies de aves raras locais, inclusive o kiwi terrestre – o símbolo da Nova Zelândia.

Estão ameaçadas também outras espécies raras – diz o autor da iniciativa. Por exemplo, os morcegos de asas curtas, animais que um gato pode caçar mais de 100 em uma semana. Os gatos continuam sendo assassinos natos, mesmo se forem bem alimentados – escreve Morgan em seu site "Cats to Go". Ao mesmo tempo, o homem de negócios é contra medidas radicais como matar. Ele propõe esterilizar os gatos, não os deixar sair de casa e, depois de sua morte, não adotar novos. Como resultado o número de rapinantes domésticos deverá se reduzir gradualmente.

O biólogo e apresentador de televisão Ivan Zatevakhin comentou para a Voz da Rússia a iniciativa do homem de negócios neozelandês:
"Os gatos, como também as ratazanas (porém em menor grau) foram a causa do desaparecimento de muitas espécies raras. É realmente um flagelo de muitas ilhas. Os neozelandeses aceitarão sua iniciativa? Não sei. Mas o governo pode obrigar os proprietários de gatos a cuidar para que eles não comam as aves".

A medida proposta por Gareth Morgan é uma tentativa de lutar não com as causas, mas com a consequência. Os zoólogos dizem a uma só voz: aquando da descoberta da Nova Zelândia não deviam ter levado para lá animais de outros continentes, muito menos felinos, que originalmente não existiam lá. Aliás, foi justamente devido à sua ausência na ilha é que surgiram espécies de aves e morcegos não voadores. Mas os imigrantes, que levaram gatos consigo não pensaram na preservação dessas espécies. Agora estas medidas são já tardias.

A atual iniciativa de Gareth Morgan lembra as campanhas anteriores de combate a animais considerados "nocivos" realizadas na China e URSS. No final dos anos 1950 a direção chinesa declarou guerra aos pardais, acusando-os de ser uma praga que destruía as plantações. Na União Soviética no final dos anos de 1940 os lobos eram mortos a tiro sob o pretexto de que eles exterminavam os animais domésticos. Mas as referidas campanhas de combate a animais "nocivos" e a atual na Nova Zelândia são diferentes – esclarece o zoólogo Anton Evseiev.

"Os pardais na China e os lobos na Rússia são espécies locais, inseridas nos ecossistemas locais. Tal ligação formou-se durante centenas de milhares de anos. Por isso, neste caso o extermínio em massa trouxe danos aos ecossistemas. Os gatos na Nova Zelândia são um elemento estranho, uma espécie invasora".

Na opinião dos especialistas, por mais que Gareth Morgan e seus seguidores se esforcem, é pouco provável que consigam resolver o "problema dos gatos". As pessoas, em sua maioria, são indiferentes aos problemas fora de sua casa, incluindo os problemas de preservação de espécies raras de animais e aves. Por este ou qualquer outro motivo, a iniciativa "anti-gatos" por enquanto não goza de popularidade entre os neozelandeses – esta é apoiada por apenas 24% da população. Mas isto não é o principal – dizem os cientistas – o principal é atrair a atenção para o problema.(Fonte: Voz da Rússia)

PROJETO DE LEI PARA INDICAÇÃO NOS RÓTULOS DOS PRODUTOS SOBRE COMPONENTES DE ORIGEM ANIMAL

24/12/2012

Informações em produtos alimentícios (Foto: Reprodução)

Mais uma vitória para os vegetarianos e veganos de São Paulo e também para os defensores dos animais. As embalagens deverão conter informações sobre se os alimentos foram testados em animais ou contem componentes animais. Isto vai inibir a venda de muitos produtos que passam desapercebidos no mercado.

Do site do Deputado Feliciano Filho

Foi aprovada em plenário na Assembleia Legislativa de São Paulo, na sessão extraordinária do dia 19/12/12, o Projeto de Lei Estadual 479/09, de autoria do deputado estadual Feliciano Filho (PEN-SP), que obriga fabricantes a informarem, no rótulo, se os produtos foram testados ou têm componentes de origem animal.

Conforme o texto do projeto, o PL 479/09 regulamenta o direito à informação, assegurado pelo Código de Defesa do Consumidor (Lei no 8.078, de 11 de setembro de 1990), no âmbito do Estado de São Paulo, relativamente aos rótulos dos produtos e componentes dos produtos que contenham animal ou que tenham sido produzidos a partir de métodos que utilizem animal, sem prejuízo do cumprimento das demais normas aplicáveis.

O objetivo de tal lei é garantir informação completa sobre os produtos e seus componentes, bem como sobre os métodos de produção de tais produtos e componentes. Esta transparência atende aos princípios da informação e da dignidade da pessoa humana garantidos na Constituição da República.

A informação é critério determinante por ocasião da aquisição de produtos e afeta tanto os interesses dos consumidores como a confiança que estes depositam nestes produtos que circulam no mercado. “A aprovação desse projeto foi uma grande vitória pois, protetores de animais, vegetarianos e veganos, poderão escolher seus produtos com mais clareza .

Sabemos que na Europa, existem grandes feiras de exposições somente com empresas que não testam seus produtos em animais. Este Projeto cria um novo paradigma de mercado pois, muitas empresas poderão ter seus produtos recusados pelos clientes,” atesta Feliciano.
O projeto de lei aprovado em plenário será enviado ao Governador do Estado Geraldo Alckimin para a devida sanção.
Site do dep. Feliciano filho

ATIVISTA FALA DAS DIFICULDADES DE MANTER UM MOVIMENTO EM DEFESA DOS ANIMAIS NO BRASIL

17/12/2012


Em entrevista concedida ao Centro Vegetariano de Portugal Leonardo Bezerra, do Jornal Defesa dos Animais e da Rádio Defesa dos Animais fala das dificuldades de se manter um trabalho em defesa dos animais no meio escrito e de rádio no Brasil.

Por Cristina - Centro Vegetariano de Portugal

Leonardo Bezerra, de São Paulo, Brasil, é um ativista pelos direitos dos animais de longa data. Atualmente mantém o Jornal Defesa dos Animais (JDA) e a Rádio Defesa dos Animais (RDA), ambos online. O Centro Vegetariano e a EVANA foram ao seu encontro para saber mais sobre ambos os projetos.

Leonardo Bezerra
CR: O Leonardo começou o Jornal de Defesa dos Animais e a Rádio Defesa dos Animais há quanto tempo, e porquê?

LB: Iniciei o Jornal Defesa dos animais em fevereiro de 2008 e a Rádio Defesa dos Animais em 6 de março de 2011. O motivo foi um só, divulgar temas em defesa dos animais para incentivar as pessoas a um maior entendimento sobre os direitos dos animais e a importância de defendê-los, amá-los, prestar-lhes atenção e cuidados como vida que são, e não como objetos ou produtos.

CR: Quais são os principais objetivos do Jornal? 

LB:Os principais objetivos são no sentido de promover os direitos e a defesa dos animais em todos os âmbitos, sejam éticos e filosóficos ou de ordem prática, como os cuidados, resgate, doações, alimentação e saúde e tudo o mais que possa contribuir para despertar nas pessoas o amor aos animais. Assim, através de artigos, depoimentos, entrevistas, fotos e vídeos fazemos um trabalho nesse sentido.

CR: ... e da rádio?

LB: Os objetivos da rádio são os mesmos que os do jornal. Entretanto, há uma pequena diferença que é no sentido de trazer aos ouvintes, além dos temas em defesa dos animais, também as músicas mais lindas do mundo, no sentido de presentear os defensores com um brinde diário de informações e músicas belas, um pequeno refrigério, para quem vê diariamente tanta crueldade e indiferença. Assim, as músicas são no sentido de amenizar os temas que tratamos nos programas, que nem sempre são bons para os animais.

CR: Como é que tem sido a resposta do público? Tem alguma ideia do perfil dos seus leitores e ouvintes?

LB: O perfil dos leitores do jornal é o tradicional, pessoas que têm animais, protetores, defensores, ONGs, organizações, etc. Os da rádio segue no mesmo estilo, entretanto comporta também um outro tipo de público, que são as pessoas que gostam de rádio on-line, o pessoal ligado ao Spreaker, que gostam de tudo sobre rádio, independente dos temas que tratam. A Rádio Defesa dos Animais, de repente foi uma surpresa, pois é a primeira e única do mundo exclusiva para a divulgação dos temas da defesa e direitos dos animais. Entretanto, não tem recebido o reconhecimento que merece por parte dos brasileiros, o que nos deixa muito tristes. Quanto aos ouvintes ligados direto no Spreaker, a posição da rádio é sensacional, sempre entre as mais ouvidas em língua portuguesa. Se o idioma usado fosse o inglês, acredito que já estaria entre as primeiras do mundo. 
Estúdio da Rádio Defesa dos Animais em São Paulo
CR: E ao nível dos seus colaboradores e parceiros, tem sido fácil motivar voluntários para colaborar?

LB: Tem sido dificílimo, ninguém quer nada com nada. Na hora de ajudar, ou participar de alguma maneira, até mesmo dando uma entrevista, não querem saber. Na verdade, contamos nos dedos os colaboradores. Tem a Brenda, que sempre se prontificou para participar na locução e recentemente surgiu o apoio da Dalva, que prontificou-se para responder nossa correspondência. No âmbito das reportagens temos os jornalistas Juliana Castro e Lucas Leite, da Agência Notícia Animal, que através de nosso intercâmbio, nos brindam com excelentes informações para os programas diários. Há também o apoio da Dra. Raquel Redaelli do Blog Felino. Conhecemos muitas pessoas que dizem amar os animais, mas ajudar a Rádio de alguma forma, nenhuma. A situação é tão triste, que nem para deixar um recadinho lá no livro de visitas, uma palavra de apoio, ou mesmo um olá, elas fazem. Ninguém imagina o trabalho que dá a produção e apresentação dos programas diários feitos tudo por uma única pessoa. Enquanto muitos estão vendo as novelas da Globo ou o Jornal Nacional, eu estou trabalhando na produção dos programas ou gravando e isto diariamente depois de um dia cansativo de trabalho que é na área do ensino.

CR: Sabemos que a RDA tem diversas parcerias, nacionais e internacionais.  Quais são os perfis dos parceiros, e o que é que os motiva?

LB: Os perfis são variados, ONGs, blogs, sites, até partidos políticos. Os motivos, muitos no sentido de apoio ao meu trabalho, divulgação de suas organizações, participação conjunta, etc. sendo que os primeiros foram o Centro Vegetariano de Portugal e a EVANA ORG. Há também algumas parcerias no âmbito exclusivo de rádio, como a nossa parceria com a seção de língua portuguesa da Rádio Voz da Rússia e também com a Rádio França Internacional, das quais usamos algumas matérias referentes aos animais e reproduzimos alguns de seus programas relativos ao meio ambiente e temas que tenham a ver com os animais.

Dalva - Relações Públicas da RDA
CR: E ao nível de campanhas nacionais e internacionais, como a Semana Vegetariana Internacional ou o dia do Vegetarianismo, a RDA costuma aderir?

LB: Sim, participamos sempre dessas campanhas sendo que damos muito enfoque ao Dia Mundial dos Animais em 04 de outubro.

CR: Sobre o Brasil em geral, pode-se dizer que é um país amigo dos vegetarianos e dos animais? Sabe qual o número de vegetarianos no Brasil?

LB: Amigos dos animais sim, até certo ponto. As pessoas adoram os animais, mas desconhecem seus direitos e os cuidados necessários que deveriam ter com eles. Sobre vegetarianismo não tenho no momento os números atualizados, mas é um meio que cresce muito no Brasil pelo que observamos principalmente nas grandes cidades. Por outro lado, ainda existe bastante discriminação aos vegetarianos, o que é lamentável. Assim como também se gasta uma fortuna com a saúde pública com as doenças diretamente ligadas ao consumo da carne.

CR: Para os turistas estrangeiros que visitam o Brasil, é fácil comer refeições vegetarianas nos principais destinos turísticos? E no interior do Brasil?

LB: Não estou bem informado, mas acredito que nos pontos turísticos é fácil encontrar refeições neste sentido, mas no interior, acredito, que ainda prevalece de uma maneira bem forte a cultura da carne.

CR: Em termos de planos para o futuro - como é que o Leonardo vê o futuro do JDA e da RDA no curto e no longo prazo?

LB: Vai depender de dois fatores, dinheiro e tempo. Dinheiro para conseguir uma divulgação mais ampla, anunciando em meios pagos e de grande abrangência ou mesmo conseguindo um local para montar a sede da rádio. E tempo para fazer tudo isso. Acredito que tempo, em breve vou ter, agora quanto ao dinheiro ainda não estou muito certo.

CR: Para terminar, gostava de deixar alguma mensagem aos leitores?

LB: A mensagem para os brasileiros é um pouco triste. Desde que eu era ainda muito jovem, sempre fui um precursor, sempre fiz coisas que ninguém tinha feito antes, isto no âmbito do rádio. Mas desde aquele tempo percebi uma coisa, brasileiro não dá valor a brasileiro. Isto significa que qualquer coisa que vem de fora é sempre extremamente valorizada e apoiada, enquanto que as coisas que nascem aqui caem na indiferença ou são desprezadas. (É claro que há exceções, por exemplo, o Rio Grande do Sul é o estado que mais apoia a RDA.) Este é o caso do meu trabalho na RDA que é muito valorizada e apoiada por pessoas de vários países, inclusive muitos que não são de língua portuguesa enquanto que dos daqui não recebo nenhum apoio, o que é lamentável. Quanto aos ouvintes de Portugal há muito apoio. A cultura dos portugueses que entendem a causa animal é bastante forte, o problema é que o número dessas pessoas em Portugal parece ser ainda pequeno.

Uma outra mensagem é que apoiem e usem esse meio para divulgar seus próprios trabalhos. Todos estão convidados a mandar informações sobre suas ONGs, sites, blogs e tudo mais que trate da defesa dos animais. Teremos todo gosto em divulgar. Quem quiser dar entrevistas, é só entrar em contado. 

SAIBA COMO FOI O 40º CONGRESSO-FESTIVAL VEGETARIANO 2012

16/12/2012

Vegetariana da PETA em manifestação (Foto: PETA)

O 40º Congresso/Festival Vegetariano que aconteceu em São Francisco e Los Angeles nos EUA apresentou muitas novidades em termos de produtos para vegetarianos e veganos, mostrando que a cada dia que passa o mundo se aproxima mais da alimentação vegetariana, única forma de preservação e sobrevivência do planeta. Um brasileiro vegano, esteve no evento e conta como foi:

Por Alex - Guia Vegano

Alex - Guia Vegano (Foto: RDA)
Dando uma espiadinha no futuro, é assim que me senti ao comparecer ao 40oCongresso/Festival Vegetariano em San Francisco e Los Angeles nos EUA, ocorrido há algumas semanas atrás (outubro de 2012). A sensação de olhar para o futuro, nem foi por mérito do evento em si, que foi até relativamente pequeno, se comparado a outros passados que foram grandiosos como os de Jacarta (2010) e Florianópolis (2004). O que salta aos olhos são os avanços que o movimento vegetariano e vegano americano já produziu em termos de logística e disponibilidade de produtos alternativos para veganos.

Praticamente todos os principais restaurantes onívoros tem um menu à parte vegano, nos supermercados ou em mercados especializados gigantescos como o Whole Foods (rede que se espalha por todo o EUA) é possível comprar uma infinidade de alimentos industrializados veganos e as vezes orgânicos, desde imitações de carnes (hamburgueres, bifes, bolinhos, peru) a queijos realmente incríveis que não deixam nada a desejar aos originais feitos a partir de leite de vaca.

Sem dúvida esta realidade facilita em muito a vida de quem deseja mudar sua dieta, que poderá contar com alimentos prontos e relativamente baratos e com freqüência mais saudáveis que os seus contraparte feitos com cadáveres animais.

Produtos vegetarianos substituem a carne (Foto: Reprodução)
Mas porque então a população inteira ainda não se veganizou?
Bem fiz esta mesma pergunta a uma Chefe de cozinha vegana (AJ) em Los Angeles, na avaliação dela é que ainda há uma cultura muito forte no imaginário das pessoas de que carne é necessária para uma boa saúde. Somado a isso há fatores secundários, como o preço que sempre acaba sendo um pouco mais caro que os produtos feitos a partir de abate animal que são altamente subsidiados pelo governo.

Bem isto mostra que o buraco do veganismo é mais embaixo, podemos sim melhorar muito ainda, chegar no nível que EUA e Reino Unido, mas isso por si não seria o suficiente. Esta realidade, que deve estar a menos de uma década de distância para nós tupiniquins, será um grande avanço mas não é o fim em si. Muito trabalho há pela frente depois disto.

Tudo isso mostra que temos que atacar o problema na raiz, onde nasce o preconceito, onde a cultura é formada, ou seja nas escolas, temos que direcionar cada vez mais o esforço de ativismo para a educação de crianças, fazer palestrinhas e apresentações usando sempre uma linguagem própria para esta faixa etária, quem chegar nas escolas com vídeos de cenas fortes certamente será mal recebidos.

Voltando aos eventos, estes foram divididos em duas partes uma em San Francisco, dentro de uma feira vegetariana é montada todo ano no Parque Golden Gate, e outra em Los Angeles dentro de um seminário sobre saúde natural, que também é promovido todos os anos por um empreendedor local e sua família. Os novos alimentos queridinhos dos naturebas de plantão são o Brócoli e a Couve, a ambos são atribuídas propriedades milagrosas que darão vida eterna a qualquer mortal.

Os novos vilões são os óleos, e aqui não há distinção entre o óleo de soja, Azeites Virgens e a Banha, para alguns médicos ali presentes, todos são danosos, prescrevem que se alguém quer ser à prova de ataque cardíaco não deve consumir óleo ou gordura de forma alguma na comida, ao menos não deve ser adicionada, já que muitos alimentos in natura possuem gordura em si. Esta é a dieta que o Ex-presidente Bill Clinton está seguindo e parece ter dado resultados para manter seus exames de sangue dentro da normalidade sem usar remédios e com isso potencialmente ganhar alguns anos de vida no final, quem viver verá.

Da Europa chegou uma ótima novidade em termos de produto, uma pasta de dentes que contém B12, a genial idéia foi de Sebastian Zösch da Alemanha, dirigente da Sociedade Vegetariana Alemã. O produto ainda não tem previsão para chegar ao Brasil, mas certamente é solução para aqueles que se sentem incomodados em tomar um comprimido de suplementação (por achar que não é natural). Escovar os dentes, que diga-se de passagem também não é nada natural, é algo que 99% das pessoas fazem sem se questionar todos os dias, ao menos 3 vezes ao dia. A pasta não é para ser ingerida, a absorção se da pelas gengivas como foi comprovado com testes em humanos voluntários, existe uma versão com e sem o flúor, para agradar até aos naturebas mais exigentes.

Para os interessados em participar o próximo Festival Vegano Mundial da IVU deverá ser na Malásia em 2013 com possível esticadinha na Tailândia. (Guia Vegano)

GOLFINHOS DO MAR NEGRO ESPERAM OS PACIENTES

09/12/2012

Delfinoterapia (Foto: Reprodução)

Um centro de delfinoterapia foi aberto há dias em Yalta (península da Crimeia, Ucrânia). Os especialistas afirmam que as forças da natureza são capazes de ajudar o doente não menos do que medicamentos modernos. Ao habitual tratamento com o ar das montanhas e água de fontes subterrâneas acrescenta-se o contato com o mundo animal.


Da Voz da Rússia

O uso de golfinhos na reabilitação de deficientes e pessoas que sofreram traumas sérios torna-se cada vez mais popular hoje. E não se trata apenas da ação ímpar desses animais sobre a psique humana. O principal ponto positivo é a relativa universalidade do emprego na terapia complexa de doenças do sistema nervoso, assinala o diretor do Instituto Internacional de Delfinoterapia na cidade de Eupatoria (península da Crimeia) Viktor Lisenko:

“Aqui não há limitação de idade. Nosso paciente mais velho tem 86 anos. Temos um grupo muito grande: pessoas não apenas com trauma da coluna, mas também depois de acidentes de trânsito, quando é necessária reabilitação complexa. E aqui é necessário tanto hidrocinesioterapia quanto psicoterapia. Uma orientação a parte é a etapa de reabilitação de pessoas com derrames, onde também é necessário restabelecer as funções corticais, e funções de movimento e sensibilidade.”

Uma série de especialistas diz que o melhor resultado na aplicação desta terapia de restabelecimento é obtido com crianças. A sub-diretora para trabalho científico do Centro de neuropsicologia infantil, Natalia Savitskaia esclarece que a formação do organismo de uma pessoa adulta deixa menos possibilidade para restabelecimento total.

“Com os adultos tudo é mais complexo em geral. Se na criança qualquer função do organismo está na etapa de desenvolvimento ativo e formação – é natural que a capacidade de reabilitação e recuperação é muito maior. Com os adultos é mais complexo trabalhar neste sentido: se a função foi inicialmente formada e depois destruída, é mais complexo restabelecê-la.”

No entanto a diretora do centro psicológico infantil Educação e desenvolvimento Ekaterina Kachirskaia supõe que não vale a pena encarar a delfinoterapia como meio universal contra todas as doenças do sistema nervoso. Entretanto admite que não será supérflua a existência de tais centros:

"Para crianças que têm certas dificuldades no desenvolvimento ou sofrem de determinados problemas no estado físico ou psicológico são oferecidos poucos tipos de assistência. Por isso é muito bom o fato de que a delfinoterapia é proposta como método, que os pais podem usar para seu filho com espectro acústico de distúrbios."

A principal integrante da delfinoterapia é o ultrassom. Ele é empregado na medicina há mais de 40 anos. Diferentemente de muitos outros métodos, o ultrassom atua não sobre órgãos ou tecidos em separado mas sobre as células, das quais se compõe o organismo. Sendo que o ultrassom natural é mais valioso do que o mecânico, produzido por aparelhos de laboratório. E isto explica o aspecto ímpar da delfinoterapia.

A RÁDIO DEFESA DOS ANIMAIS COMEMORA DIA MUNDIAL DOS ANIMAIS COM CRIANÇAS DE COLÉGIO DA ZONA NORTE DE SÃO PAULO

04/10/2012


A Rádio Defesa dos Animais, a primeira do mundo exclusiva para divulgar os temas de defesa e direitos dos animais, participa das atividades comemorativas do Dia Mundial dos Animais, com um programa especial. A produção do programa escolheu como tema a educação das crianças voltada para o entendimento e respeito a todas as criaturas.

Leonardo Bezerra

Para realizar um programa onde crianças pudessem expressar suas idéias sobre os animais, a produção fez uma parceria com as professoras do Colégio Teotônio Vilela, do Céu Paz, da zona norte de São Paulo, onde um grupo de dedicadas professoras realiza um magnífico trabalho de educação para o conhecimento, defesa e amor aos animais.

Vencidos os tramites burocráticos para que as crianças pudessem participar, chegou o momento de realizar as atividades com a gravação dos depoimentos das professoras que encabeçam o projeto e com as crianças.

O resultado foi um programa emocionante com a participação das professoras Márcia Cristina Araújo e Alexandra e várias crianças do 4º ano. Quando se ouve crianças tão puras, tão belas entenderem coisas sobre a proteção dos animais, que mesmo muitos adultos de boa formação não conseguem captar não tem quem não se emocione.

Professoras: Luciane, Alexandra e Márcia Cristina

Além do programa especial que contou também com um belo texto da Dra. Leonora Esquivel Frias, presidente da renomada ONG AnimaNaturalis, a Rádio Defesa dos Animais realizou um concurso de desenhos alusivos ao tema da defesa dos animais e do Dia Mundial dos Animais, onde muitas crianças participaram. Seus desenhos, assim, como fotos e inclusive o próprio programa, serão enviados ao World Animal Day, da Inglaterra, onde a RDA, está representando o Brasil nas comemorações desse dia.


Os desenhos puderam ser também apreciados por alunos adolescentes dos cursos profissionalizantes do SENAI da zona Sul de São Paulo, que puderam inclusive escolher os cinco ganhadores do concurso.

Alunos adolescentes da zona sul escolhem os vencedores

Dando continuação as atividades, as professoras premiarão os ganhadores com um brinde enviado pela rádio e os alunos poderão acompanhar o programa, e ver todas as fotos, textos, etc. do Jornal Defesa dos Animais, e também do blog da rádio em suas aulas de informática.

Enquanto que para muita gente o dia 4 de outubro, é apenas mais um dia de churrascada, de indiferença, de matança, de torturas em laboratórios, de preparação para touradas, de caça e de pesca, para essas crianças é um dia especial, que ficará marcado em suas vidas. “O dia em que através dos fantásticos meios da internet e através de uma rádio falaram para o mundo sobre a defesa dos animais”. 

Ouça o programa


Desenhos vencedores do concurso RDA

1º lugar - Fabiana Bruno de Farias - 4-D

2º lugar - Matheus Correia - 4-A

3º lugar - Nicoly - 4-D
4º lugar - Thalia - 4-D
5º lugar - Polliana - 4-A

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Os animais são inocentes

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Resumo da Declaração Universal dos Direitos dos Animais

A Declaração Universal dos Direitos dos Animais da ONU

01 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.

02 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.

03 - Nenhum animal deve ser maltratado.

04 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.

05 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.

06 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.

07 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.

08 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra o animais.

09 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.

10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender

Os gatos mais caros do mundo

Os animais tem sentimentos...