DEFESA DOS ANIMAIS

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Incríveis histórias com os cães

JAPONESES CRIAM VINHO PARA GATOS

26/02/2014

Foto: Reprodução - Voz da Rússia
Já não se deverá procurar companhia para desfrutar uma noite tomando um copo de vinho. Em breve será possível compartilhar com o gato doméstico.

Por Voz da Rússia

Uma empresa japonesa começa a vender vinho para gatos. A denominação do novo produto é "Miau-miau de nova colheita" (Nyan Nyan Nouveau).

Uma garrafa de vinho para felinos domésticos, de 180 ml, vai custar 4 dólares. Os criadores da bebida para gatos assinalam que seu produto é destinado aos mascotes cujos donos querem compartilhar com eles todos os feriados.


Os defensores dos direitos dos animais não têm motivos para se preocupar, visto que o vinho não contém álcool mas sim suco de uva Cabernet, vitaminas e extrato de Nepeta cataria, comumente conhecida como erva-gateira. (Fonte: Voz da Rússia)

CAÇA PREDATÓRIA E TRÁFICO AMEAÇAM MAIS DE 11 MIL ESPÉCIES ANIMAIS, DIZ ONG

24/02/2014

Na mira de caçadores de marfim (Foto: Reprodução)
Mais de 11 mil espécies animais estão ameaças em todo o mundo, segundo a “lista vermelha” elaborada pela União Mundial pela Natureza (UICN, na sigla em inglês). O documento, considerado o principal instrumento de medida da biodiversidade, também alerta para os perigos que representam o crescimento da caça ilegal e o tráfico para as espécies animais.

Por: Rádio França Internacional

Das 53.267 espécies de animais vertebrados e invertebrados identificadas pela UICN, 11.212 estão ameaçadas atualmente. A União Mundial pela Natureza, mais antiga e maior rede ecológica do mundo, foi criada em 1948 em Fontainebleau, na França, e tem sua sede atual em Gland, na Suíça.

Segundo a UICN, uma em cada quatro espécies de mamíferos, um em cada oito pássaros e mais de um em cada três anfíbios estão ameaçados de extinção. O tráfico aumenta drasticamente os riscos para algumas espécies recenseadas como os elefantes procurados pelo marfim, os rinocerontes pelos seus chifres, os tubarões pelas suas barbatanas e também o pangolim da China, caçado para fins medicinais.

A Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (Cites) proíbe o comércio de mais de 600 espécies de animais, entre elas, macacos, felinos, elefantes, rinocerontes, tartarugas marinhas assim como uma grande variedade de crocodilos e serpentes.

Adotada no dia 3 de março de 1973 em Washington, e em vigor desde 1975, a Convenção reúne 178 países e impõe um controle rigoroso sobre o comércio de cerca de 4.500 espécies animais.

Caça ilegal bate recordes
A UICN denuncia que a caça ilegal vem batendo recordes. Ela aumentou em 43% em relação aos rinocerontes na África entre 2011 e 2012, segundo a ONG. No entanto, o comércio deste animal está proibido deste1977. Mais de mil rinocerontes foram mortos no ano passado na África do Sul, país que abriga 80% das espécies. A estatística é 77 vezes maior do que em 2007.

Os elefantes, estimados em menos de 500 mil na África atualmente, contra os milhões que existiam na metade do século 20, estão ameaçados duplamente: pela destruição de seu habitat e também pela explosão da caça ilegal, estimulada principalmente pela forte demanda dos países da Ásia e do Oriente Médio.

O comércio mundial de marfim foi proibido em 1989, mas o tráfico dobrou a partir de 2007 e mais que triplicou em 1998, segundo um relatório publicado à margem da Conferência da Cites, em março de 2013.

A Cites decidiu no ano passado regular estritamente o comércio mundial de cinco espécies de tubarões. A ONG Traffic estima o comércio de barbatana em mais de 480 milhões de dólares por ano. A Ásia é o principal acusado pela pesca predatória de tubarões. Cerca de 100 milhões de tubarões são mortos todo ano segundo a FAO. A Organização da ONU para alimentação e agricultura estima que 90% da população de tubarões desapareceu em um século. (Fonte: Rádio França Internacional) 


A BELA HISTÓRIA DE UM CACHORRO DE RUA QUE ESCOLHEU O PRESÉPIO DA PRAÇA PARA PASSAR O NATAL

24/12/2013


Esta é uma dessas histórias diferentes das muitas contadas no Jornal Defesa dos Animais e que vale a pena lembrar, pois ocorreu a alguns anos atrás. Mostra a inocência e pureza dos animais numa época tão materialista e de hipocrisia como é o Natal. Ocasião em que as pessoas se cumprimentam, quando deveriam se cumprimentar o ano todo. Em que dão presentes, quando deveriam dar sempre e que se envolvem com tantos símbolos como árvore de Natal, papai Noel e outras coisas enquanto esquecem do aniversariante.

Por Leonardo Bezerra

Um cachorro de rua conseguiu tocar o coração da cidade de Criciúma chamando a atenção de todos que passavam pela praça. Ele simplesmente escolheu o presépio de Natal da praça central da cidade como refúgio contra o frio, a solidão e o abandono que sofre por parte dos seres humanos.



Numa atitude um pouco atrevida para uns mas linda para outros, o cachorrinho simplesmente encontrou um lugar aconchegante junto ao menino Jesus. Na verdade ninguém teve um lugar tão privilegiado para passar o Natal quanto este animalzinho.



Enquanto as pessoas comiam e bebiam, alegravam-se com tão pouco, o cãozinho já tinha tudo. Esse foi o melhor Natal para ele e provavelmente o melhor presente para todos que puderam ver uma cena tão linda.

ATIVISTA BRASILEIRA DO GREENPEACE É SOLTA NA RÚSSIA

20/11/2013

Ativista brasileira Ana Paula (Foto: Reprodução)
Finalmente o tribunal de São Petersburgo decidiu pela libertação de mais três membros do Greenpeace que estavam presos desde 19 de setembro, entre eles, Ana Paula Maciel.

Por Leonardo Bezerra

Os ativistas, membros da tripulação do navio Arctic Sunrise, haviam sido presos por guardas da fronteira russa por tentarem realizar um protesto não autorizado na plataforma de petróleo Prirazlomnaya, no Ártico.

Anteriormente já haviam sido libertados sob fiança três russos; Ekaterina Zaspa, Denis Sinyakov e o porta-voz da filial russa do Greenpeace Andrei Allakhverdov. No total eram 28 ambientalistas e dois jornalistas.

No caso da brasileira Ana Paula, a fiança é de R$ 140 mil. Porém, ainda não ficou claro se a ativista poderá deixar a Rússia.

Acusados inicialmente de pirataria, respondem no momento por vandalismo; isto porque a pressão mundial sob o assunto foi muito forte possibilitando algum tipo de negociação. Para ativistas radicais como os do Greenpeace e do Sea Shepherd, entre outros, prisões e até mesmo risco de vida faz parte da rotina, principalmente quando os protestos são em países cujas leis são muito rigorosas ou quando envolvem questão de segurança nacional.


Felizmente, estamos em bons tempos na Rússia, tendo na figura de Putin, seu presidente, um ardoroso defensor dos animais. 

AUDIÊNCIA PÚBLICA VAI DEBATER DENÚNCIAS DE MAUS-TRATOS A ANIMAIS NO INSTITUTO ROYAL

27/10/2013

Caso de maus-tratos a animais no Instituto Royal (Foto: Reprodução)

A denúncia de maus-tratos a animais no Instituto Royal será discutida em audiência pública da Comissão de Meio Ambiente da Câmara, na terça-feira. O foco será a libertação de 178 cães da raça beagle que seriam usados em testes científicos no laboratório do Instituto Royal, em São Roque, interior paulista.

Por Rádio Câmara

Apesar de o instituto ser credenciado no Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal, ativistas de ONGs de defesa dos animais o acusam de maus-tratos. O autor do requerimento de audiência pública, deputado Ricardo Tripoli, do PSDB paulista, disse que a intenção é esclarecer essa polêmica e buscar soluções efetivas para problemas que vêm se repetindo há vários anos.

"Essa é uma coisa que já vem suscitando a sociedade há mais de 15 ou 20 anos quanto aos maus-tratos aos animais no Brasil. Existem várias formas de maus-tratos e, dentre eles, apareceu agora esse caso Royal que é, na verdade, caracteristicamente um aspecto de maus-tratos pela forma como os elementos eram utilizados para, segundo eles, experimentos científicos".

Ricardo Tripoli também é o relator da comissão externa criada pela Câmara para investigar o caso Royal. A audiência pública já terá a experiência dos deputados que visitaram o instituto e mantiveram contato com delegados, promotores e ativistas de São Roque.

Para o debate na Câmara, foram convidados o ministros de Ciência e Tecnologia e representantes do Conselho Nacional de Controle da Experimentação Animal e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, além de médicos, biólogos, dirigentes do Instituto Royal e ativistas de ONGs de defesa dos animais. O deputado Ricardo Tripoli espera um diálogo franco entre esses diferentes pontos de vista.

"Embora o Código Penal fale das questões de furto e invasão, a Lei dos Crimes Ambientais determina também que maus-tratos aos animais é crime. Eu acho fundamental que seja apurado, que o diálogo seja aberto, que a classe científica se abra a essa discussão e não se omita. O mundo avançou muito - estão aí os prêmios Nobel de medicina e a formação de células humanas em laboratório - e não há mais necessidade de que os animais sofram como vêm sofrendo em algumas atividades como essa."

Eventual necessidade de mudança na legislação que trata desse tema também será discutido na audiência pública.

(Fonte: Rádio Câmara, Brasília, José Carlos Oliveira)

CASO ROYAL: TRIPOLI SERÁ RELATOR DE COMISSÃO EXTERNA QUE INVESTIGARÁ DENÚNCIAS DE MAUS-TRATOS

23/10/2013


Caso Royal toma conta do país (Foto: Reprodução)
A Câmara dos Deputados instalou, nesta terça-feira (22), uma comissão especial para investigar denúncias de maus-tratos contra animais no Instituto Royal, empresa de pesquisa instalada em São Roque, interior de São Paulo. No último fim de semana, o laboratório da empresa foi invadido por grupos de defensores dos animais, que libertaram 178 cães da raça beagle, além de outras cobaias científicas.
Por Assessoria do deputado

Coordenador de Fauna da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional, o deputado Ricardo Tripoli (SP) será relator da comissão. Ele adotou dois beagles que foram encontrados nas ruas próximas da delegacia onde a invasão do laboratório foi registrada. Ele afirmou que as entidades de defesa de animais já tentavam, há muito tempo, negociar com o Instituto Royal o fim dos maus-tratos contra animais, mas que o laboratório resistia às pressões para libertá-los.
 
(Foto: Reprodução)
Autor de um projeto que pune maus-tratos a cães e gatos (PL 2833/11), o tucano defende um agravamento das penas para crimes contra animais. “Nós estamos assistindo barbáries contra os animais em todos os cantos do país.

Hoje, a pena máxima são três meses de detenção a um ano, podendo ser convertido em penas acessórias, o que, na verdade, não repõe jamais o que é feito contra os animais”, disse o deputado, que fará parte da comissão.
 
(Foto: Reprodução)
O Instituto Royal é uma organização de sociedade civil de interesse público (Oscip) credenciada no Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal, órgão do Ministério de Ciência e Tecnologia. Para obter esse credenciamento, a instituição precisa ter uma comissão de ética que avalie cada projeto de pesquisa quanto ao uso de animais.
 
(Foto: Reprodução)
A entidade também tem de prestar contas sobre como é o estabelecimento onde os animais serão mantidos, como é feita a alimentação, se os profissionais estão adequadamente treinados e se existem veterinários disponíveis para cuidar dos animais.

Ministério Público – Integrante da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Animais, o deputadoAntonio Imbassahy (BA) afirma que está acompanhando o caso com atenção. “Espero que o Ministério Público investigue com rigor a denúncia de que o Instituto Royal maltratava os animais, supostamente, usados em pesquisas e testes de produtos cosméticos e farmacêuticos”, afirmou nesta terça-feira pelo Facebook.

A empresa alegou agir em conformidade com a Anvisa. Mas, a agência nega e explica que firmou há dois anos uma cooperação com o Centro Brasileiro de Validação de Métodos Alternativos, para que sejam validados métodos alternativos que dispensem o uso de animais. Diretrizes internacionais proíbem qualquer tipo de teste que envolva o sofrimento animal. (Fonte: Assessoria do deputado)


VITÓRIA: ATIVISTAS INVADEM O INSTITUTO ROYAL E LIBERTAM BEAGLES USADOS EM TESTES DE MEDICAMENTOS

18/10/2013

Resgate de beagles - (Foto: Reprodução - Folha)

Finalmente uma grande vitória do resgate de animais no Brasil. Cerca de 150 ativistas em defesa dos animais invadiram o Instituto Royal e libertaram cerca de 200 cachorros da raça beagle que eram usados para testes de medicamentos.

Por Leonardo Bezerra

Os defensores dos animais do Brasil estão em festa pelo sucesso alcançado com a libertação dos beagles que eram mantidos presos no Instituto Royal em São Roque ocorrido na madrugada do dia 18 de outubro.

Os ativistas, que estavam no local desde as 16 horas do dia anterior, antes tentaram de tudo por meios legais, procurando a polícia e até um juiz e mesmo tentando conversar com a direção do instituto. Como nada deu resultado positivo, a solução foi a invasão do local durante a madrugada. Entraram e arrombaram as gaiolas resgatando cerca de 200 animais.


(Foto: Reprodução - Folha)
O resgate ocorreu de forma pacífica e a polícia não interferiu, mesmo porque todas as explicações já haviam sido dadas às autoridades. Logo após a retirada, os animais foram levados para clinicas veterinárias da região sendo que seis deles estavam mutilados e tinham tumores e havia um deles sem os olhos.

Meses atrás já havia acontecido uma manifestação, quando cerca de 200 ativistas saíram da Avenida Paulista em direção a São Roque fazendo um protesto em frente ao Instituto, entretanto sem nada conseguir de positivo.


(Foto: Reprodução - Folha)
Testes em animais

Os cães da raça beagle, por serem dóceis e puros, sem misturada com outras raças, são os preferidos. São usados testes de medicamentos que serão lançados para verificação de possíveis reações adversas como vômito, diarreia, perda da coordenação, convulsões, etc. Em muitos casos são sacrificados antes de um ano para verificação dos efeitos dos remédios em seus órgãos.


(Foto: Reprodução - Folha)
O Instituto Royal, que está sendo investigado pelo Ministério Público de São Paulo, que recebeu denúncias de maus-tratos mantém ainda 66 animais, a maioria com o fim de reprodução de animais que serão usados em testes ou fornecidos para outros institutos. (Fonte: Folha de São Paulo)

PROJETO DE TRIPOLI CRIMINALIZA MORTE, ABANDONO, ENVENENAMENTO DE CÃES E GATOS COM PENAS QUE VÃO ATÉ 10 ANOS DE RECLUSÃO

17/10/2013

Animais de rua - (Foto: Reprodução)

Depois de ser aprovado em todas as Comissões Permanentes da Câmara dos Deputados, oProjeto de Lei 2833/11, de autoria do Deputado Federal Ricardo Tripoli, PSDB, está pronto para ser votado em Plenário, desde meados de 2013.

Por Assessoria do deputado

Agora, o parlamentar conseguiu aprovar requerimento de urgência e, além disso, a Câmara dos Deputados está promovendo uma enquete para avaliar o apoio da população a esse aumento de penas. O projeto teve relatório favorável inclusive na Comissão de Constituição e Justiça, onde recebeu apenas uma emenda. A luta agora é para aprová-lo em Plenário.

O texto final do projeto, que deve ser apreciado em plenário, cria tipos penais fundamentais para dar subsídio ao Poder Judiciário, visando a efetiva punição de quem mata, abandona, deixa de prestar socorro, mantém acorrentados, promove lutas e expõe a perigo a vida, a saúde e a integridade física de cães e gatos.

Quem matar um cão ou gato estará sujeito à reclusão de 3 a 5 anos (o texto original previa reclusão de 5 a 8 anos). Se o crime é cometido com emprego de veneno, foto, asfixia, espancamento, arrastadura tortura ou outro meio cruel, a pena será de reclusão, de 6 a 10 anos.

Deixar de socorrer um cão ou gato em vias ou logradouros públicos ou particulares, pode sujeitar o infrator à pena de detenção, de 2 a 4 anos, aumentada de um terço se o crime é cometido por autoridade pública.

O abandono de cães e gatos, um dos maiores dramas enfrentados na maior parte das cidades brasileiras, passa a ser punido com detenção de 3 a 5 anos. Promover luta entre cães, a cruel rinha, pode levar o infrator à detenção de 3 a 5 anos. Já a pena prevista para quem mantém um animal acorrentado é de detenção de 1 a 3 anos.

O projeto também inova ao estabelecer como crime o ato de “expor a perigo a vida, a saúde ou a integridade física de cão ou gato”, que pode ser punido com detenção, de 2 a 4 anos. Nesse caso, o infrator responderá pelo crime somente pelo fato de expor o animal a risco de dano, independentemente da ocorrência deste dano. Aprovado na Câmara, o PL segue para o Senado.

Divulgue esse importante PL!

Vote na enquete!
E se tiver alguma dúvida, entre em contato com o deputado Tripoli: contato@tripoli.com.br.
Fonte: Assessoria do deputado.


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Resumo da Declaração Universal dos Direitos dos Animais

A Declaração Universal dos Direitos dos Animais da ONU

01 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.

02 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.

03 - Nenhum animal deve ser maltratado.

04 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.

05 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.

06 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.

07 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.

08 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra o animais.

09 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.

10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender

Os gatos mais caros do mundo

Os animais tem sentimentos...